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Notícias
18
mai
2010
(IBAMA)
Ibama apreende balsa com 620 m3 de tauari ilegal no Pará
Fiscais do Ibama apreenderam na sexta (07/05) uma balsa carregada com 620 m3 de madeira ilegal, o equivalente a cerca de 25 caminhões cheios, em Medicilândia, no oeste do Pará. Segundo os agentes, ela faz parte de um esquema que abastece serrarias na capital do estado com a extração ilegal das florestas na região do rio Macapixi, a cerca de 600 km de Belém. Tanto a madeira quanto a embarcação, após a conclusão do processo administrativo no Ibama, serão doadas a obras sociais.
Com 40 m de comprimento, avaliada em R$ 2 milhões (com o rebocador), a balsa estava carregada com 258 toras recém-derrubadas da árvore amazônica tauari ao ser flagrada pelos agentes, que chegaram de helicóptero ao trecho isolado do rio.
“Faz tempo que investigamos esse movimento suspeito”, disse o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama em Santarém, Givanildo dos Santos Lima, que comandou a ação.
Além de perder o barco e a carga, a empresa recebeu multa de R$ 180 mil por transportar produto florestal sem licença do órgão ambiental. O alvo do esquema, segundo os fiscais, era a madeira dos Projetos de Desenvolvimento Sustentável (PDS) ainda em fase de implantação na região do Macapixi.
“Os infratores iriam tentar vender o produto como se ele viesse de uma exploração regular, usando as Guias Florestais de um projeto de manejo próximo. Ou seja, iriam esquentar a madeira retirada ilegalmente e enviá-la com os documentos fraudados para as serrarias de Belém”, explica Givanildo. Com 40 m de comprimento, avaliada em R$ 2 milhões (com o rebocador), a balsa estava carregada com 258 toras recém-derrubadas da árvore amazônica tauari ao ser flagrada pelos agentes, que chegaram de helicóptero ao trecho isolado do rio.
“Faz tempo que investigamos esse movimento suspeito”, disse o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama em Santarém, Givanildo dos Santos Lima, que comandou a ação.
Além de perder o barco e a carga, a empresa recebeu multa de R$ 180 mil por transportar produto florestal sem licença do órgão ambiental. O alvo do esquema, segundo os fiscais, era a madeira dos Projetos de Desenvolvimento Sustentável (PDS) ainda em fase de implantação na região do Macapixi.
Fonte: Ibama - Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
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