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Notícias
18
mai
2010
(PAPEL E CELULOSE)
C&P volta a investir
Estudo indica que investimento triplicou nas fábricas desde a crise.
Os setores exportadores, entre eles os fabricantes de papel e celulose, estão desengavetando seus projetos bilionários de investimento. A previsão de investimento gira em torno US$ 122 bilhões entre 2010 e 2013 para ampliar a produção, revela estudo inédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O valor está 50% acima dos US$ 81 bilhões que, em agosto de 2009, as empresas previam investir entre 2009 e 2012. A crise global levou setores que exportam a maior parte da produção a adiar e até cancelar projetos de investimentos, que somavam o recorde de US$ 145 bilhões em agosto de 2008.
O Brasil se recuperou rápido da turbulência. No terceiro trimestre de 2009, empresas focadas no mercado interno voltavam a investir, mas as perspectivas eram negativas fora do País. Ainda persistem dúvidas, principalmente na Europa, mas o início da recuperação, puxada pelos países emergentes, garantiu fôlego novo aos exportadores.
Preços em alta
O apetite da China sustenta os preços das commodities exportadas pelo Brasil. Os preços do minério de ferro foram reajustados em 100% – algo impensável poucos meses atrás. A tonelada de celulose chegou a US$ 770 em abril, bem acima dos US$ 540 de agosto de 2009, embora abaixo dos US$ 840 de antes da crise.
O estudo do BNDES aponta que as perspectivas de investimento triplicaram nas fábricas de papel e celulose desde a crise.
Os setores exportadores, entre eles os fabricantes de papel e celulose, estão desengavetando seus projetos bilionários de investimento. A previsão de investimento gira em torno US$ 122 bilhões entre 2010 e 2013 para ampliar a produção, revela estudo inédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O valor está 50% acima dos US$ 81 bilhões que, em agosto de 2009, as empresas previam investir entre 2009 e 2012. A crise global levou setores que exportam a maior parte da produção a adiar e até cancelar projetos de investimentos, que somavam o recorde de US$ 145 bilhões em agosto de 2008.
O Brasil se recuperou rápido da turbulência. No terceiro trimestre de 2009, empresas focadas no mercado interno voltavam a investir, mas as perspectivas eram negativas fora do País. Ainda persistem dúvidas, principalmente na Europa, mas o início da recuperação, puxada pelos países emergentes, garantiu fôlego novo aos exportadores.
Preços em alta
O apetite da China sustenta os preços das commodities exportadas pelo Brasil. Os preços do minério de ferro foram reajustados em 100% – algo impensável poucos meses atrás. A tonelada de celulose chegou a US$ 770 em abril, bem acima dos US$ 540 de agosto de 2009, embora abaixo dos US$ 840 de antes da crise.
O estudo do BNDES aponta que as perspectivas de investimento triplicaram nas fábricas de papel e celulose desde a crise.
Fonte: O Estado de São Paulo/Celulose Online
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