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Notícias
17
mai
2010
(CARBONO)
Mercado de carbono pode triplicar na Índia
A venda de créditos de compensação de carbono na Índia promete crescer velozmente nos próximos três anos. Uma pesquisa divulgada esta semana estima que o número de créditos de carbono expedidos deve triplicar no país.
De acordo com o estudo da instituição de pesquisas CRISIL a quantidade de Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) expedidas sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo deve aumentar para 246 milhões em dezembro de 2012 dos 72 milhões em novembro de 2009.
O crescimento deve ser impulsionado pelo aumento da capacidade no setor de energias renováveis para 20 mil MW e da elegibilidade destes projetos no MDL. Conseqüentemente, a fatia de projetos de energias renováveis no total de RCEs indianas subirá de 19% para 31%.
“Esperamos que o foco do governo sobre os projetos de energias renováveis conduza este crescimento. As distribuidoras já têm que suprir 5% da sua demanda energética com fontes renováveis, e esta proporção aumentará para 15% em 2020”, explicou o diretor da CRISIL Nagarajan Narasimhan.
O relatório ressalta que isto “cimentará’ a posição indiana como segundo país melhor colocado no mercado de RCEs, logo atrás da China e deixando cada vez mais para trás o Brasil que foi um dos precursores do MDL.
Alemanha
Na segunda-feira o governo alemão expressou grande interesse em ter a Índia como parceiro nos projetos de MDL.
“A Índia tem um potencial enorme para projetos de MDL. Junto com a China, o país tem sido o principal destino para projetos de MDL globalmente”, comentou o embaixador alemão Thomas Matussek em um evento organizado pelos dois países, segundo o jornal The Economic Times.
“O foco desta iniciativa é facilitar a participação dos projetos indianos de MDL no esquema de comércio de emissões da União Européia”, completou o vice-ministro do meio ambiente da Alemanha Franzjosef Schafhausen.
De acordo com o estudo da instituição de pesquisas CRISIL a quantidade de Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) expedidas sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo deve aumentar para 246 milhões em dezembro de 2012 dos 72 milhões em novembro de 2009.
O crescimento deve ser impulsionado pelo aumento da capacidade no setor de energias renováveis para 20 mil MW e da elegibilidade destes projetos no MDL. Conseqüentemente, a fatia de projetos de energias renováveis no total de RCEs indianas subirá de 19% para 31%.
“Esperamos que o foco do governo sobre os projetos de energias renováveis conduza este crescimento. As distribuidoras já têm que suprir 5% da sua demanda energética com fontes renováveis, e esta proporção aumentará para 15% em 2020”, explicou o diretor da CRISIL Nagarajan Narasimhan.
O relatório ressalta que isto “cimentará’ a posição indiana como segundo país melhor colocado no mercado de RCEs, logo atrás da China e deixando cada vez mais para trás o Brasil que foi um dos precursores do MDL.
Alemanha
Na segunda-feira o governo alemão expressou grande interesse em ter a Índia como parceiro nos projetos de MDL.
“A Índia tem um potencial enorme para projetos de MDL. Junto com a China, o país tem sido o principal destino para projetos de MDL globalmente”, comentou o embaixador alemão Thomas Matussek em um evento organizado pelos dois países, segundo o jornal The Economic Times.
“O foco desta iniciativa é facilitar a participação dos projetos indianos de MDL no esquema de comércio de emissões da União Européia”, completou o vice-ministro do meio ambiente da Alemanha Franzjosef Schafhausen.
Fonte: Carbono Brasil
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