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Notícias
15
mai
2010
(GERAL)
Brasil e China anunciam fim de operação de satélite lançado em 2007
Cbers-2B era usado para monitorar áreas de desmatamento na Amazônia. Próximo satélite deve começar a funcionar no segundo semestre de 2011.
Brasil e China anunciaram nesta quarta-feira (12) o fim das operações do satélite Cbers-2B, que foi lançado ao espaço em 2007 e capturou milhares de imagens sobre os dois países, além de outras regiões na América do Sul e também da África.
Construído a partir de peças remanescentes do Cbers-2, lançado em 2003, o satélite tinha vida útil estimada de dois anos. Ele chegou a completar cerca de 13 mil voltas na órbita da Terra, gerando cerca de 270 mil imagens para usuários brasileiros e outras 60 mil para mais de 40 países.
Técnicos tentavam resolver falhas de comunicação com o satélite desde março. Em meados de abril, não foi mais possível estabelecer contato. Dessa forma, a Agência Chinesa de Tecnologia Espacial e o Instituto Espacial de Pesquisas Especiais (Inpe), responsável pelo programa Cbers no Brasil, anunciara o fim das operações do satélite.
Ilustração mostra satélite da classe Cbers no espaço. (Foto: Divulgação)
Com o fim do satélite, diminuem as imagens disponíveis para programas como Prodes e Deter, pelos quais o Inpe monitora o desmatamento na Amazônia. De acordo com o Inpe, as condições de monitoramento não são ideais sem o Cbers-2B. Mas os sistemas de vigilância da floresta podem ser continuados com o uso de imagens geradas por outros satélites, como os americanos Terra/ Modis e Landsat-5 e o indiano Resource Sat.
O próximo satélite do programa sino-brasileiro deverá ser o Cbers-3, cujo lançamento está previsto para o segundo semestre de 2011. Já o Cbers-4 deverá ser lançado em 2014.
Brasil e China anunciaram nesta quarta-feira (12) o fim das operações do satélite Cbers-2B, que foi lançado ao espaço em 2007 e capturou milhares de imagens sobre os dois países, além de outras regiões na América do Sul e também da África.
Construído a partir de peças remanescentes do Cbers-2, lançado em 2003, o satélite tinha vida útil estimada de dois anos. Ele chegou a completar cerca de 13 mil voltas na órbita da Terra, gerando cerca de 270 mil imagens para usuários brasileiros e outras 60 mil para mais de 40 países.
Técnicos tentavam resolver falhas de comunicação com o satélite desde março. Em meados de abril, não foi mais possível estabelecer contato. Dessa forma, a Agência Chinesa de Tecnologia Espacial e o Instituto Espacial de Pesquisas Especiais (Inpe), responsável pelo programa Cbers no Brasil, anunciara o fim das operações do satélite.
Ilustração mostra satélite da classe Cbers no espaço. (Foto: Divulgação)
Com o fim do satélite, diminuem as imagens disponíveis para programas como Prodes e Deter, pelos quais o Inpe monitora o desmatamento na Amazônia. De acordo com o Inpe, as condições de monitoramento não são ideais sem o Cbers-2B. Mas os sistemas de vigilância da floresta podem ser continuados com o uso de imagens geradas por outros satélites, como os americanos Terra/ Modis e Landsat-5 e o indiano Resource Sat.
O próximo satélite do programa sino-brasileiro deverá ser o Cbers-3, cujo lançamento está previsto para o segundo semestre de 2011. Já o Cbers-4 deverá ser lançado em 2014.
Fonte: Do Globo Amazônia, em São Paulo
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