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Notícias
14
mai
2010
(IBAMA)
Protesto em Belém reúne mais de 800 madeireiros em frente ao prédio do Ibama
Proprietários de madeireiras e funcionários do setor estão reunidos desde as 8h desta quinta-feira (13) no bairro Batista Campos, em frente ao prédio do Ibama, em Belém. Em protesto contra a instituição, mais de 800 pessoas, segundo os organizadores, pedem o fim do bloqueio ao comércio de madeira na região e a elaboração de um manual com regras claras sobre fiscalização às madeireiras.
"Temos empresas que já estão sem operar há 30 dias e os salários precisam ser pagos. Somos gerenciados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará e o Ibama tem feito bloqueios abusivos contra os madeireiros", diz Justiniano Netto, diretor da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), que organiza o evento.
De acordo com ele, o Ibama bloqueou há mais de 20 dias a entrada de empresas no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora). Em greve desde o início de abril, o Ibama dificulta o trabalho dos madeireiros, segundo Netto, pois as empresas não podem ter acesso aos processos de multas ou de licenciamento ambiental.
Os madeireiros também pedem a elaboração de um manual com regras sobre fiscalização. "Isso ajudaria as empresas a se prepararem para a fiscalização e também a evitar abusos por parte de alguns fiscais", diz Netto.
Em nota, o Ibama informou que "sempre esteve à disposição do setor madeireiro" e que o setor "tem tido acesso ao órgão e protocolado suas defesas dos autos de infração aplicados, sem qualquer obstrução, mesmo após o início da greve". O Ibama ainda afirma que vem desbloqueando o acesso ao Sisflora no momento em que as empresas têm seus créditos de produtos florestais irregulares estornados.
A ação do Ibama tem encontrado irregularidades de madeireiras não autorizadas na região. No início de abril, uma operação nos arredores de Belém ocupou os pátios das 15 maiores madeireiras suspeitas de irregularidades. Já no fim do mês, outra ação encontrou 65 mil metros cúbicos de madeira irregular dentro da Reserva Extrativista Renascer.
"Temos empresas que já estão sem operar há 30 dias e os salários precisam ser pagos. Somos gerenciados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará e o Ibama tem feito bloqueios abusivos contra os madeireiros", diz Justiniano Netto, diretor da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), que organiza o evento.
De acordo com ele, o Ibama bloqueou há mais de 20 dias a entrada de empresas no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora). Em greve desde o início de abril, o Ibama dificulta o trabalho dos madeireiros, segundo Netto, pois as empresas não podem ter acesso aos processos de multas ou de licenciamento ambiental.
Os madeireiros também pedem a elaboração de um manual com regras sobre fiscalização. "Isso ajudaria as empresas a se prepararem para a fiscalização e também a evitar abusos por parte de alguns fiscais", diz Netto.
Em nota, o Ibama informou que "sempre esteve à disposição do setor madeireiro" e que o setor "tem tido acesso ao órgão e protocolado suas defesas dos autos de infração aplicados, sem qualquer obstrução, mesmo após o início da greve". O Ibama ainda afirma que vem desbloqueando o acesso ao Sisflora no momento em que as empresas têm seus créditos de produtos florestais irregulares estornados.
A ação do Ibama tem encontrado irregularidades de madeireiras não autorizadas na região. No início de abril, uma operação nos arredores de Belém ocupou os pátios das 15 maiores madeireiras suspeitas de irregularidades. Já no fim do mês, outra ação encontrou 65 mil metros cúbicos de madeira irregular dentro da Reserva Extrativista Renascer.
Fonte: G1
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