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Notícias
10
mai
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Volume de C&P será de R$ 20 bi até 2015
Perspectivas positivas e otimistas para o setor de papel e celulose do período que vai de 2011 a 2015. Esta foi a análise da da Austin Asis e divulgada nesta semana, destacando ainda um volume estimado da ordem de US$ 20 bilhões. Projeta-se que, ao final de 2012, o Brasil atinja um nível de capacidade instalada de 17 milhões de toneladas de celulose, devendo superar a China , que produz 19 milhões de toneladas, até o ano de 2015.
O setor de papel e celulose registrou resultados sólidos em 2008, já o ano de 2009 será lembrado por seus desafios e superação face à crise mundial. Nesse contexto, em 2009, o Brasil subiu no ranking dos maiores produtores mundiais de celulose ao anotar 12,7 milhões de toneladas produzidas, passando de 6º para o 4º lugar. Já entre os produtores mundiais de papel, o País passou da 12ª para a 11ª posição ao atingir a marca de 9,4 milhões de toneladas produzidas.
A atividade de papel e celulose é mais desenvolvida em outros países devido ao apoio e financiamento governamental, com abundância de recursos a juros subsidiados, visto que o setor nessas economias é tratado como um setor agrícola, enquanto no Brasil é classificado como indústria manufatureira. Adicionalmente, a baixa produtividade torna os custos portuários brasileiros um dos maiores do mundo. Em tempo, o setor tem se beneficiado pelos desembolsos realizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) que, em 2009, atingiu nível recorde de R$ 3,57 bilhões (em 2008 foram apenas R$ 860 milhões).
O setor de papel e celulose tem como característica a verticalização das etapas de produção, isto é, a fabricação de papel é realizada principalmente por empresas integradas que, além do reflorestamento, são responsáveis pela produção de 80% da celulose consumida em território nacional. As empresas não-integradas consomem apenas cerca de 20% da produção nacional de celulose destinada ao mercado para a fabricação de papel.
O setor de papel e celulose registrou resultados sólidos em 2008, já o ano de 2009 será lembrado por seus desafios e superação face à crise mundial. Nesse contexto, em 2009, o Brasil subiu no ranking dos maiores produtores mundiais de celulose ao anotar 12,7 milhões de toneladas produzidas, passando de 6º para o 4º lugar. Já entre os produtores mundiais de papel, o País passou da 12ª para a 11ª posição ao atingir a marca de 9,4 milhões de toneladas produzidas.
A atividade de papel e celulose é mais desenvolvida em outros países devido ao apoio e financiamento governamental, com abundância de recursos a juros subsidiados, visto que o setor nessas economias é tratado como um setor agrícola, enquanto no Brasil é classificado como indústria manufatureira. Adicionalmente, a baixa produtividade torna os custos portuários brasileiros um dos maiores do mundo. Em tempo, o setor tem se beneficiado pelos desembolsos realizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) que, em 2009, atingiu nível recorde de R$ 3,57 bilhões (em 2008 foram apenas R$ 860 milhões).
O setor de papel e celulose tem como característica a verticalização das etapas de produção, isto é, a fabricação de papel é realizada principalmente por empresas integradas que, além do reflorestamento, são responsáveis pela produção de 80% da celulose consumida em território nacional. As empresas não-integradas consomem apenas cerca de 20% da produção nacional de celulose destinada ao mercado para a fabricação de papel.
Fonte: Agência IN. Adaptado por Celulose Online
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