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Notícias
05
mai
2010
(SETOR FLORESTAL)
Açaí tem maior alta de preços dos últimos 16 anos
O preço do açaí acumula um reajuste de 71% em apenas quatro meses
Com a alta de preço recorde e generalizada ocorrida no mês de abril/2010, o açaí comercializado na Grande Belém já acumula um reajuste de 71 % (tipo médio) nos primeiros quatro meses do ano, de janeiro a abril.
Pelo quarto mês consecutivo este ano, o preço do litro do açaí sofre alta de preço generalizada na Grande Belém, com destaque para o açaí do tipo papa que apresentou um reajuste no mês abril/2010 de 17,29%; seguido do açaí do tipo grosso com alta de 9,74% e do açaí do médio com 8,27%. Contudo, a inflação oficial estimada para o mesmo período não chega a 0,5%.
“Os preços cobrados pelo litro de açaí em abril foram os maiores já observados em 16 anos de plano Real. Proporcionalmente, o quilo da carne está mais barato que um litro de açaí”, diz Roberto Sena, supervisor técnico do Dieese/PA.
Toda esta situação foi mais uma vez constatada pelo Dieese/PA, que acompanha a trajetória dos preços do produto (já preparado em litro), com pesquisas semanais em 25 pontos diferentes de vendas envolvendo feiras livres, pontos de vendas e supermercados da Grande Belém. Na verdade, a trajetória de alta começa desde novembro do ano passado e a cada mês só fez aumentar, em face do período de entressafra e da falta de política de comercialização do produto.
Com a alta de preço recorde e generalizada ocorrida no mês de abril/2010, o açaí comercializado na Grande Belém já acumula um reajuste de 71 % (tipo médio) nos primeiros quatro meses do ano, de janeiro a abril.
Pelo quarto mês consecutivo este ano, o preço do litro do açaí sofre alta de preço generalizada na Grande Belém, com destaque para o açaí do tipo papa que apresentou um reajuste no mês abril/2010 de 17,29%; seguido do açaí do tipo grosso com alta de 9,74% e do açaí do médio com 8,27%. Contudo, a inflação oficial estimada para o mesmo período não chega a 0,5%.
“Os preços cobrados pelo litro de açaí em abril foram os maiores já observados em 16 anos de plano Real. Proporcionalmente, o quilo da carne está mais barato que um litro de açaí”, diz Roberto Sena, supervisor técnico do Dieese/PA.
Toda esta situação foi mais uma vez constatada pelo Dieese/PA, que acompanha a trajetória dos preços do produto (já preparado em litro), com pesquisas semanais em 25 pontos diferentes de vendas envolvendo feiras livres, pontos de vendas e supermercados da Grande Belém. Na verdade, a trajetória de alta começa desde novembro do ano passado e a cada mês só fez aumentar, em face do período de entressafra e da falta de política de comercialização do produto.
Fonte: Diário do Pará
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