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Notícias
04
mai
2010
(BIOENERGIA)
China investe 3% do PIB em energia verde
Livro do Pnuma revela que os países asiáticos estão avançando em investimentos no setor verde; China já é o maior produtor mundial de células solares, turbinas eólicas e aquecedores solares de água.
Um novo livro lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, mostra os avanços da Ásia em investimentos 'verdes' enquanto o restante dos países do G20 ficam para trás.
A publicação se refere principalmente à China e à Coreia do Sul, nações consideradas pioneiras por usar esse setor como base para a recuperação econômica e para a retomada de empregos.
Pacote
Segundo o estudo, mais de 1/3 do pacote de estímulo chinês, equivalente a 3% do produto interno bruto do país, está sendo gasto no transporte ferroviário de alta velocidade para aumentar o crescimento em áreas como energia solar, eólica e iluminação eficiente.
A China já é o maior produtor mundial de células solares, turbinas eólicas e aquecedores solares de água, com setor de energia renovável avaliado em US$ 17 bilhões, quase R$ 30 bilhões.
Na Coréia do Sul, um novo plano está direcionando 95% do estímulo fiscal para mercados ambientais, incluindo o de veículos de baixa emissão.
Dependência
O projeto de cinco anos, lançado em julho do ano passado, prevê a redução da dependência do carbono para impulsionar o crescimento econômico até 2020 e criar 1,8 milhão de empregos.
O livro cita ainda que o estímulo verde nos Estados Unidos representa apenas 0,7% do produto interno bruto do país.
Para o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, a crise financeira e econômica provocou consciência fundamental de que os investimentos no meio ambiente podem ser a chave para enfrentar vários desafios, como as mudanças climáticas, a escassez de alimentos e recursos naturais e o desemprego.
Um novo livro lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, mostra os avanços da Ásia em investimentos 'verdes' enquanto o restante dos países do G20 ficam para trás.
A publicação se refere principalmente à China e à Coreia do Sul, nações consideradas pioneiras por usar esse setor como base para a recuperação econômica e para a retomada de empregos.
Pacote
Segundo o estudo, mais de 1/3 do pacote de estímulo chinês, equivalente a 3% do produto interno bruto do país, está sendo gasto no transporte ferroviário de alta velocidade para aumentar o crescimento em áreas como energia solar, eólica e iluminação eficiente.
A China já é o maior produtor mundial de células solares, turbinas eólicas e aquecedores solares de água, com setor de energia renovável avaliado em US$ 17 bilhões, quase R$ 30 bilhões.
Na Coréia do Sul, um novo plano está direcionando 95% do estímulo fiscal para mercados ambientais, incluindo o de veículos de baixa emissão.
Dependência
O projeto de cinco anos, lançado em julho do ano passado, prevê a redução da dependência do carbono para impulsionar o crescimento econômico até 2020 e criar 1,8 milhão de empregos.
O livro cita ainda que o estímulo verde nos Estados Unidos representa apenas 0,7% do produto interno bruto do país.
Para o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, a crise financeira e econômica provocou consciência fundamental de que os investimentos no meio ambiente podem ser a chave para enfrentar vários desafios, como as mudanças climáticas, a escassez de alimentos e recursos naturais e o desemprego.
Fonte: Envolverde/Rádio ONU
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