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Notícias
04
mai
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Papel especial pode ser plantado
Já pensou em receber um convite feito em papel que pode ser plantando se transformando em uma árvore? Esta é a nova criação que vem fazendo sucesso entre os que gostam de novidades. A ideia surgiu do Projeto Tear, que desenvolveu juntamente com a socióloga e monitora da oficina de papel, Rosemeire Almeida, um papel reciclado com sementes. Um trabalho ecologicamente correto, o papel depois de usado pode ser plantado para que as sementes germinem e brotem como qualquer outra planta.
A ideia partiu de Rosemeire Almeida que após várias experiências com o grupo de oficineiros do Projeto Tear chegaram a este papel especial que brota como uma planta. “O processo de fabricação do papel é artesanal, tirado folha por folha”, explica Rosemeire. O diferencial, segundo ela, está na fabricação desse papel que não usa nenhum produto químico.
Depois de usado, o papel pode ser plantado sob uma fina camada de terra. Se a semente usada for de grama, em 10 dias começa a germinar. Já, as sementes de “Boca de Leão” levam, em média, 14 dias para então nascer um broto que deve ser cultivado.
Além deste papel que germina, o Projeto Tear desenvolve ainda outros tipos de papéis, fabricados com fibras de vegetais. Alimentos como alface, cebola, alho, coco, cana, beterraba e couve-flor, recolhidos em feiras livres, são reaproveitados e se transformam em fibras para a produção deste outro tipo de papel.
Segundo Rosemeire Almeida, esses papéis podem ser usados em objetos decorativos, cartões, suporte para pintura, agendas, além de encapar produtos ou se transformar em técnicas artísticas. A socióloga conta ainda que o papel é facilmente decomposto na natureza. “Suas sementes brotam, cumprindo assim o objetivo de ser ecologicamente correto e não em ser um substitutivo ao plantio de grama”, explica.
As atividades do Projeto Tear são feitas em Guarulhos (SP), desenvolvendo oficinas de trabalho, terapia e arte com pessoas que sofrem de transtornos mentais. O projeto conta com oito oficinas, que são fontes de trabalho e renda. Parte do dinheiro arrecadado com a venda dos papéis é revertida para a compra de materiais para as oficinas; a outra parte é direcionada aos participantes em forma de “bolsa auxílio”. “Através destas oficinas, o projeto procura inserir as pessoas que sofrem de transtornos mentais novamente na sociedade”, destaca Almeida.
Mais informações sobre as atividades do Projeto Tear podem ser adquiridas pelo site www.projetotear.org.br
A ideia partiu de Rosemeire Almeida que após várias experiências com o grupo de oficineiros do Projeto Tear chegaram a este papel especial que brota como uma planta. “O processo de fabricação do papel é artesanal, tirado folha por folha”, explica Rosemeire. O diferencial, segundo ela, está na fabricação desse papel que não usa nenhum produto químico.
Depois de usado, o papel pode ser plantado sob uma fina camada de terra. Se a semente usada for de grama, em 10 dias começa a germinar. Já, as sementes de “Boca de Leão” levam, em média, 14 dias para então nascer um broto que deve ser cultivado.
Além deste papel que germina, o Projeto Tear desenvolve ainda outros tipos de papéis, fabricados com fibras de vegetais. Alimentos como alface, cebola, alho, coco, cana, beterraba e couve-flor, recolhidos em feiras livres, são reaproveitados e se transformam em fibras para a produção deste outro tipo de papel.
Segundo Rosemeire Almeida, esses papéis podem ser usados em objetos decorativos, cartões, suporte para pintura, agendas, além de encapar produtos ou se transformar em técnicas artísticas. A socióloga conta ainda que o papel é facilmente decomposto na natureza. “Suas sementes brotam, cumprindo assim o objetivo de ser ecologicamente correto e não em ser um substitutivo ao plantio de grama”, explica.
As atividades do Projeto Tear são feitas em Guarulhos (SP), desenvolvendo oficinas de trabalho, terapia e arte com pessoas que sofrem de transtornos mentais. O projeto conta com oito oficinas, que são fontes de trabalho e renda. Parte do dinheiro arrecadado com a venda dos papéis é revertida para a compra de materiais para as oficinas; a outra parte é direcionada aos participantes em forma de “bolsa auxílio”. “Através destas oficinas, o projeto procura inserir as pessoas que sofrem de transtornos mentais novamente na sociedade”, destaca Almeida.
Mais informações sobre as atividades do Projeto Tear podem ser adquiridas pelo site www.projetotear.org.br
Fonte: Celulose Online
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