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Notícias
29
abr
2010
(MEIO AMBIENTE)
Plantas da flora brasileira mudam paisagem nos parques
Um novo conceito de paisagismo começa a tomar conta dos parques e bosques de Curitiba. Ornamentados com espécies nativas brasileiras, especialmente as paranaenses, 14 parques e bosques da cidade exibem uma vegetação mais rústica e próxima das características naturais da região. São flores que atraem pássaros, borboletas e outros polinizadores.
Juntos, os parques Bacacheri, Atuba, Cambui, Tingui, Tanguá, Lago Azul, Barigui e Passeio Público, e os bosques, Zanineli (Unilivre), Teotônio Vilela, Fazendinha, Irmã Clementina, Alemão e João Paulo II (do Papa), exibem 58.148 plantas nativas. Do total, 25.969 são espécies da Floresta com Araucária, típica de Curitiba. As demais são de outras regiões do Brasil.
São begônias, bromélias, orquídeas, sálvias, brinco-de-princesa, caliandras e cerca de outros 40 tipos de plantas espalhados em canteiros dentro dos parques e bosques. Todas são produzidas nos dois hortos municipais. Atualmente, são mais de 100 espécies de vegetação ornamentais nativas produzidas em larga escala pela Prefeitura.
Além dos parques, alguns canteiros de avenidas da cidade também são ornamentados com plantas nativas. Até chegar a produção em escala, a planta passa por três etapas: coleta de sementes e estacas em campo por técnicos do Museu Botânico, reprodução na estufa, e adaptação no canteiro de nativas do Jardim Botânico, onde são testados os comportamentos da planta.
Como não têm melhoramento genético, as nativas usadas pela Prefeitura não têm aparência de catálogo, são mais rústicas. "Nem por isso elas são menos bonitas, pelo contrário, em alguns casos elas chamam a atenção justamente por serem diferentes das plantas ornamentais tradicionais", diz a engenheira agrônoma da Prefeitura, Érika Mielke.
A vantagem de usar plantas nativas na ornamentação da cidade vai além da questão ambiental. O custo com a manutenção é menor. As nativas são plantas perenes, que não exigem trocas constantes. A rusticidade também é outra vantagem, segundo Érica. "Elas exigem menos irrigação e dispensam adubos químicos, também são menos suscetíveis a ataques de pragas", fala Érika.
As plantas nativas são parte do programa Biocidade, da Prefeitura de Curitiba, que pesquisa e reproduz exemplares nativos da flora brasileira para introdução na biodiversidade urbana. As plantas nativas também agregam valor ao turístico aos parques, são modelos vivos das espécies da flora brasileira e loca.
Praça Nativa - No Centro da cidade, a praça Zacarias exibe um paisagismo feito integralmente com plantas nativas. Nos canteiros da praça a Secretaria do Meio Ambiente plantou jerivás, manacás, sálvias e grama amendoim. O trabalho de substituição de plantas exóticas por nativas na praça Zacarias foi gradativo e terminou em março deste ano.
As praças Rui Barbosa, 29 de Março, Carlos Gomes e Tiradentes, entre outras, também misturam plantas ornamentais e árvores nativas no paisagismo. A substituição das exóticas por espécies nativas é gradativa para que não se perca o efeito cênico.
Juntos, os parques Bacacheri, Atuba, Cambui, Tingui, Tanguá, Lago Azul, Barigui e Passeio Público, e os bosques, Zanineli (Unilivre), Teotônio Vilela, Fazendinha, Irmã Clementina, Alemão e João Paulo II (do Papa), exibem 58.148 plantas nativas. Do total, 25.969 são espécies da Floresta com Araucária, típica de Curitiba. As demais são de outras regiões do Brasil.
São begônias, bromélias, orquídeas, sálvias, brinco-de-princesa, caliandras e cerca de outros 40 tipos de plantas espalhados em canteiros dentro dos parques e bosques. Todas são produzidas nos dois hortos municipais. Atualmente, são mais de 100 espécies de vegetação ornamentais nativas produzidas em larga escala pela Prefeitura.
Além dos parques, alguns canteiros de avenidas da cidade também são ornamentados com plantas nativas. Até chegar a produção em escala, a planta passa por três etapas: coleta de sementes e estacas em campo por técnicos do Museu Botânico, reprodução na estufa, e adaptação no canteiro de nativas do Jardim Botânico, onde são testados os comportamentos da planta.
Como não têm melhoramento genético, as nativas usadas pela Prefeitura não têm aparência de catálogo, são mais rústicas. "Nem por isso elas são menos bonitas, pelo contrário, em alguns casos elas chamam a atenção justamente por serem diferentes das plantas ornamentais tradicionais", diz a engenheira agrônoma da Prefeitura, Érika Mielke.
A vantagem de usar plantas nativas na ornamentação da cidade vai além da questão ambiental. O custo com a manutenção é menor. As nativas são plantas perenes, que não exigem trocas constantes. A rusticidade também é outra vantagem, segundo Érica. "Elas exigem menos irrigação e dispensam adubos químicos, também são menos suscetíveis a ataques de pragas", fala Érika.
As plantas nativas são parte do programa Biocidade, da Prefeitura de Curitiba, que pesquisa e reproduz exemplares nativos da flora brasileira para introdução na biodiversidade urbana. As plantas nativas também agregam valor ao turístico aos parques, são modelos vivos das espécies da flora brasileira e loca.
Praça Nativa - No Centro da cidade, a praça Zacarias exibe um paisagismo feito integralmente com plantas nativas. Nos canteiros da praça a Secretaria do Meio Ambiente plantou jerivás, manacás, sálvias e grama amendoim. O trabalho de substituição de plantas exóticas por nativas na praça Zacarias foi gradativo e terminou em março deste ano.
As praças Rui Barbosa, 29 de Março, Carlos Gomes e Tiradentes, entre outras, também misturam plantas ornamentais e árvores nativas no paisagismo. A substituição das exóticas por espécies nativas é gradativa para que não se perca o efeito cênico.
Fonte: Envolverde/Prefeitura Municipal de Curitiba
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