Voltar
Notícias
25
abr
2010
(QUEIMADAS)
Bombeiros registram mais de 2 mil queimadas no Paraná
Desde o início do ano, o Paraná já registrou mais de 2,4 mil queimadas. A maior parte delas, mais de 1,8 mil ocorrências, segundo o Corpo de Bombeiros, foi registrada nos meses de março e abril. A região mais afetada é o norte do estado, especialmente as cidades de Londrina e Maringá.
“Está ocorrendo um aumento significativo no número de queimadas nos últimos meses, mas essa é uma tendência já esperada. Esses incêndios ambientais, como chamamos, ocorrem devido à baixa umidade relativa do ar, que ajuda a desidratar a vegetação, associada à falta de chuva e à ação humana”, diz ao G1 o tenente Leonardo Mendes dos Santos, do Corpo de Bombeiros.
Segundo Santos, as causas mais comuns para os incêndios ambientais são as queimadas agrícolas, o fogo usado para queimar lixo doméstico, ou fogo usado para limpeza de terrenos.
“Nessa época do ano, qualquer chama tem um risco muito grande de se alastrar, por isso é importante evitar limpeza de terreno com fogo e evitar atear fogo em lixo doméstico, em terrenos baldios. Não se deve subestimar o poder que o fogo tem de se alastrar, porque é fácil perder o controle sobre o fogo”, afirma o tenente.
Historicamente, de acordo com Santos, a situação tende a piorar no inverno. “Geralmente, as queimadas ocorrem com mais frequência no inverno. Ainda assim, isso depende do clima, e de quão úmida será a estação”.
“Está ocorrendo um aumento significativo no número de queimadas nos últimos meses, mas essa é uma tendência já esperada. Esses incêndios ambientais, como chamamos, ocorrem devido à baixa umidade relativa do ar, que ajuda a desidratar a vegetação, associada à falta de chuva e à ação humana”, diz ao G1 o tenente Leonardo Mendes dos Santos, do Corpo de Bombeiros.
Segundo Santos, as causas mais comuns para os incêndios ambientais são as queimadas agrícolas, o fogo usado para queimar lixo doméstico, ou fogo usado para limpeza de terrenos.
“Nessa época do ano, qualquer chama tem um risco muito grande de se alastrar, por isso é importante evitar limpeza de terreno com fogo e evitar atear fogo em lixo doméstico, em terrenos baldios. Não se deve subestimar o poder que o fogo tem de se alastrar, porque é fácil perder o controle sobre o fogo”, afirma o tenente.
Historicamente, de acordo com Santos, a situação tende a piorar no inverno. “Geralmente, as queimadas ocorrem com mais frequência no inverno. Ainda assim, isso depende do clima, e de quão úmida será a estação”.
Fonte: G1
Notícias em destaque
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)














