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Notícias
23
abr
2010
(QUEIMADAS)
Queimadas interferem na incidência de raios na Amazônia, diz pesquisa
Até um certo limite, fumaça faz crescer atividade elétrica. Se a concentração aumenta muito, no entanto, raios diminuem.
Para tirar suas conclusões, cientistas analisaram regime dados de raios de um período de quatro anos.
Estudo de pesquisadores de três instituições israelenses publicado na última edição da revista Geophysical Research Letters aponta que as queimadas influenciam na incidência de raios na região amazônica.
Os cientistas compararam registros da atividade elétrica atmosférica com dados da concentração de aerossóis e nuvens na região, e chegaram à conclusão de que, até uma certa concentração, as partículas emitidas pelo fogo contribuem para o aumento da quantidade de raios.
Isto ocorre porque as gotículas de chuva se formam em torno dessas partículas e, quando elas se apresentam em maior quantidade, a nuvem tende a crescer verticalmente, o que é propício à formação de raios.
Se a concentração das partículas emitidas pelo fogo ultrapassa um certo limite, no entanto, a formação de nuvens fica dificultada, o que faz cair a atividade elétrica no céu.
Segundo os cientistas, o trabalho é importante porque os efeitos das queimadas feitas pelo homem sobre as nuvens são ainda pouco conhecidos. Para tirar suas conclusões, cientistas analisaram regime dados de raios de um período de quatro anos.
Estudo de pesquisadores de três instituições israelenses publicado na última edição da revista Geophysical Research Letters aponta que as queimadas influenciam na incidência de raios na região amazônica.
Os cientistas compararam registros da atividade elétrica atmosférica com dados da concentração de aerossóis e nuvens na região, e chegaram à conclusão de que, até uma certa concentração, as partículas emitidas pelo fogo contribuem para o aumento da quantidade de raios.
Isto ocorre porque as gotículas de chuva se formam em torno dessas partículas e, quando elas se apresentam em maior quantidade, a nuvem tende a crescer verticalmente, o que é propício à formação de raios.
Se a concentração das partículas emitidas pelo fogo ultrapassa um certo limite, no entanto, a formação de nuvens fica dificultada, o que faz cair a atividade elétrica no céu.
Fonte: Globo Amazônia
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