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Notícias
22
abr
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Alta modesta nos preços da celulose
Apesar disso não diminui o otimismo para o setor.
A Foex divulgou nesta terça-feira (20) a atualização semanal dos preços da celulose de fibra curta e de fibra longa na Europa e na China, cujas cotações mostraram evolução em relação à semana anterior, apesar do ritmo de alta ter sido bem mais ameno do que foi reportado anteriormente.
Após subir 4,17% na semana passada, a fibra curta europeia teve uma modesta valorização de 0,95% na passagem semanal, chegando a US$ 839,60 por tonelada. Ainda por lá, o preço da fibra longa avançou 0,77%, indo para US$ 925,76, renovando assim o maior preço verificado desde 2000, quando teve início a série histórica da Foex. Na semana anterior, a alta da fibra longa havia sido de 2,40%.
Já na China, maior consumidora de celulose no mundo, o preço de celulose de fibra curta ficou praticamente estável frente à semana anterior. Com variação positiva de apenas 0,01%, a cotação subiu para US$ 800,19 por tonelada. Vale lembrar que, há sete dias atrás, essa valorização havia sido de 2,29%.
Para a Link Investimentos, as modestas altas não diminuem o otimismo em relação ao setor de papel e celulose, tendo em vista os novos valores anunciados pelas principais produtoras da commodity. "O preço da celulose deve voltar a subir nas próximas semanas, visto que as produtoras Fibria (FIBR3) e Suzano (SUZB5) já anunciaram que aumentarão o preço da celulose em US$ 50,00 por tonelada a partir de primeiro de maio", diz o analista da corretora, Leonardo Alves.
Na visão de Alves, esse novo aumento reflete o desequilíbrio favorável às produtoras de celulose entre a oferta e a demanda, ou seja, a demanda continua forte e a oferta não está conseguindo acompanhá-la. Essa tendência deve provocar também uma redução nos estoques da matéria-prima. "Esperamos que os estoques de março, ainda não divulgados, já fiquem próximo de 25 dias e, que para abril mais uma queda seja vista", prevê Alves.
O especialista da Link espera que esse novo aumento anunciado pelas duas companhias brasileiras seja seguido pelas demais produtoras do setor, pressionando ainda mais para cima as cotações da celulose. Os valores atuais da fibra curta da commodity no mercado internacional encontram-se bastante próximos do preço-alvo para abril, de US$ 840 por tonelada.
Tendo em vista o cenário favorável desenhado e projetando que a "pressão no mercado de celulose" se mantenha para os próximos meses, a Link Investimentos optou por manter a recomendação "outperform" (performance acima da média do mercado) às ações da Suzano, empresa top pick da corretora no setor. Por outro lado, os papéis da concorrente Fibria tiveram a sugestão "underperform" (abaixo da média do mercado) reiterada.
No segmento de fabricação de embalagens de papel, as ações preferenciais da Klabin (KLBN4) permaneceram recomendadas em "market perform" (em linha com o mercado).
A Foex divulgou nesta terça-feira (20) a atualização semanal dos preços da celulose de fibra curta e de fibra longa na Europa e na China, cujas cotações mostraram evolução em relação à semana anterior, apesar do ritmo de alta ter sido bem mais ameno do que foi reportado anteriormente.
Após subir 4,17% na semana passada, a fibra curta europeia teve uma modesta valorização de 0,95% na passagem semanal, chegando a US$ 839,60 por tonelada. Ainda por lá, o preço da fibra longa avançou 0,77%, indo para US$ 925,76, renovando assim o maior preço verificado desde 2000, quando teve início a série histórica da Foex. Na semana anterior, a alta da fibra longa havia sido de 2,40%.
Já na China, maior consumidora de celulose no mundo, o preço de celulose de fibra curta ficou praticamente estável frente à semana anterior. Com variação positiva de apenas 0,01%, a cotação subiu para US$ 800,19 por tonelada. Vale lembrar que, há sete dias atrás, essa valorização havia sido de 2,29%.
Para a Link Investimentos, as modestas altas não diminuem o otimismo em relação ao setor de papel e celulose, tendo em vista os novos valores anunciados pelas principais produtoras da commodity. "O preço da celulose deve voltar a subir nas próximas semanas, visto que as produtoras Fibria (FIBR3) e Suzano (SUZB5) já anunciaram que aumentarão o preço da celulose em US$ 50,00 por tonelada a partir de primeiro de maio", diz o analista da corretora, Leonardo Alves.
Na visão de Alves, esse novo aumento reflete o desequilíbrio favorável às produtoras de celulose entre a oferta e a demanda, ou seja, a demanda continua forte e a oferta não está conseguindo acompanhá-la. Essa tendência deve provocar também uma redução nos estoques da matéria-prima. "Esperamos que os estoques de março, ainda não divulgados, já fiquem próximo de 25 dias e, que para abril mais uma queda seja vista", prevê Alves.
O especialista da Link espera que esse novo aumento anunciado pelas duas companhias brasileiras seja seguido pelas demais produtoras do setor, pressionando ainda mais para cima as cotações da celulose. Os valores atuais da fibra curta da commodity no mercado internacional encontram-se bastante próximos do preço-alvo para abril, de US$ 840 por tonelada.
Tendo em vista o cenário favorável desenhado e projetando que a "pressão no mercado de celulose" se mantenha para os próximos meses, a Link Investimentos optou por manter a recomendação "outperform" (performance acima da média do mercado) às ações da Suzano, empresa top pick da corretora no setor. Por outro lado, os papéis da concorrente Fibria tiveram a sugestão "underperform" (abaixo da média do mercado) reiterada.
No segmento de fabricação de embalagens de papel, as ações preferenciais da Klabin (KLBN4) permaneceram recomendadas em "market perform" (em linha com o mercado).
Fonte: Infomoney/Celulose Online
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