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Notícias
18
abr
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Celulose: cotação é maior em 15 anos na Europa
Os preços da celulose atingiram na semana passada o maior patamar em 15 anos, com o mercado ainda sentindo os efeitos do forte terremoto que atingiu o Chile em fevereiro. A alta nos preços pressiona os fabricantes de papel, também afetados pela fraca demanda após a recessão mundial. O terremoto no Chile, um dos maiores produtores mundiais de celulose, com 7,4% da capacidade mundial, coincidiu com o aumento na demanda chinesa, o que elevou os preços. O mercado ficou ainda mais pressionado com a greve em março dos estivadores finlandeses e os planos de paralisação dos trabalhadores da área de papel e celulose na Suécia.
O preço referencial da celulose de fibra longa na Europa chegou a US$ 918,66 por tonelada, segundo a Foex Indexes. O valor é 60% maior do que há um ano e próximo ao recorde de US$ 1 mil atingido em 1995. A alta deverá ser repassada para os preços das embalagens, segundo Michael Jafs, do Crédit Agricole. O valor do papel de jornal, no entanto, deverá continuar contido, em função da baixa demanda, prevê Jafs.As usinas de papel e celulose chilenas "estão gradualmente voltando à produção" e 80% da capacidade produtiva de celulose que é destinada ao mercado deverá estar normalizada até meados de maio.
O Morgan Stanley, prevê declínio dos preços em junho ou julho.Muitos fabricantes de papel também produzem celulose e, portanto, estão protegidos da alta nos preços..Os que não possuem operações integradas de celulose - como muitas empresas na China e Japão - estão sendo atingidos mais duramente pela alta no preço do produto.
O preço referencial da celulose de fibra longa na Europa chegou a US$ 918,66 por tonelada, segundo a Foex Indexes. O valor é 60% maior do que há um ano e próximo ao recorde de US$ 1 mil atingido em 1995. A alta deverá ser repassada para os preços das embalagens, segundo Michael Jafs, do Crédit Agricole. O valor do papel de jornal, no entanto, deverá continuar contido, em função da baixa demanda, prevê Jafs.As usinas de papel e celulose chilenas "estão gradualmente voltando à produção" e 80% da capacidade produtiva de celulose que é destinada ao mercado deverá estar normalizada até meados de maio.
O Morgan Stanley, prevê declínio dos preços em junho ou julho.Muitos fabricantes de papel também produzem celulose e, portanto, estão protegidos da alta nos preços..Os que não possuem operações integradas de celulose - como muitas empresas na China e Japão - estão sendo atingidos mais duramente pela alta no preço do produto.
Fonte: Valor Online
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