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Notícias
15
abr
2010
(GERAL)
Roraima: 'cedreiros' abrem estrada clandestina em Floresta Nacional
Mais de oito quilômetros de estrada clandestina foram abertos por madeireiros no interior da Floresta Nacional do Anauá, município de Rorainópolis, no sul do estado de Roraima, com o objetivo de dar acesso a caminhões que retiram madeira abatida ilegalmente. Um trator de esteiras, tipo “D6?, foi apreendido por fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama em plena operação de terraplenagem no interior da mata.
Segundo constatações dos agentes ambientais, nas cercanias da vila Nova Colina, em Rorainópolis, praticamente todas as vicinais que partem da BR 174 para o oeste, em direção à Flona Anauá, estão sendo prolongadas pelos “cedreiros” (traficantes de madeira de cedro) com o objetivo de facilitar a extração ilegal de madeira no interior daquela unidade de conservação ambiental, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio.
Esses crimes ambientais estão sendo coibidos pela fiscalização ambiental do Ibama em ações sistemáticas denominadas de Operação Apoena, que vêm se desenvolvendo desde meados de fevereiro em razão do incremento na quantidade de crimes ambientais nas áreas de floresta da região.
Equipes de oitos fiscais, apoiados pela Polícia Federal ou pela Polícia Militar, estão se revezando no patrulhamento de estradas e vicinais na busca de desmates e carregamentos clandestinos de madeira. Serrarias e madeireiros também são alvos de averiguações quanto à legalidade das instalações e de funcionamento. Nesta semana, em Nova Colina, uma serraria clandestina foi autuada e embargada, sendo apreendidos em seu pátio mais de mil metros cúbicos de madeira em toras e parcialmente beneficiada.
Além das patrulhas, a fiscalização do Ibama monta barreiras físicas em logradouros mais visados. Nelas, foram apreendidos dois caminhões transportando dezenas de toras de madeiras diversas. Também em locais de desmate no interior da floresta, os “cedreiros” foram flagrados em ação, o que resultou na apreensão de duas motosserras e de vários equipamentos e ferramentas de serraria.
Em duas semanas de atividades, a equipe chefiada pelo analista ambiental Flávio Maciel - recém chegada da zona de operações - lavrou também oito autos de infração por crime ambiental e um auto de advertência, além de expedir seis notificações por atividades ambientais irregulares e embargar as instalações de uma serraria não legalizada. Ao todo, foram apreendidos 1.299 m3 de madeira em toras e 226 m3 de madeira já beneficiada em pranchas.
Uma nova equipe de mais oito fiscais do Ibama já se deslocou para a região sul de Roraima, a fim de continuar com a Operação Apoena, que, segundo o chefe da Diretoria de Fiscalização do Ibama em Roraima, Cássio Mendes, se prolongará “por tempo indeterminado”.
Em fevereiro, as operações se estenderam pelos municípios de Rorainópolis, São João da Baliza, São Luiz do Anauá e Caroebe. Em março, a área de atuação expandiu-se para o norte, envolvendo também os municípios de Caracaraí, Iracema e Mucajaí. Atualmente, o Ibama concentra sua operações de fiscalização em Rorainópolis, onde a ação dos “cedreiros” é facilitada pela ocupação desordenada das áreas florestadas e pela proximidade com um grande centro consumidor, representado pela cidade de Manaus.
Segundo constatações dos agentes ambientais, nas cercanias da vila Nova Colina, em Rorainópolis, praticamente todas as vicinais que partem da BR 174 para o oeste, em direção à Flona Anauá, estão sendo prolongadas pelos “cedreiros” (traficantes de madeira de cedro) com o objetivo de facilitar a extração ilegal de madeira no interior daquela unidade de conservação ambiental, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio.
Esses crimes ambientais estão sendo coibidos pela fiscalização ambiental do Ibama em ações sistemáticas denominadas de Operação Apoena, que vêm se desenvolvendo desde meados de fevereiro em razão do incremento na quantidade de crimes ambientais nas áreas de floresta da região.
Equipes de oitos fiscais, apoiados pela Polícia Federal ou pela Polícia Militar, estão se revezando no patrulhamento de estradas e vicinais na busca de desmates e carregamentos clandestinos de madeira. Serrarias e madeireiros também são alvos de averiguações quanto à legalidade das instalações e de funcionamento. Nesta semana, em Nova Colina, uma serraria clandestina foi autuada e embargada, sendo apreendidos em seu pátio mais de mil metros cúbicos de madeira em toras e parcialmente beneficiada.
Além das patrulhas, a fiscalização do Ibama monta barreiras físicas em logradouros mais visados. Nelas, foram apreendidos dois caminhões transportando dezenas de toras de madeiras diversas. Também em locais de desmate no interior da floresta, os “cedreiros” foram flagrados em ação, o que resultou na apreensão de duas motosserras e de vários equipamentos e ferramentas de serraria.
Em duas semanas de atividades, a equipe chefiada pelo analista ambiental Flávio Maciel - recém chegada da zona de operações - lavrou também oito autos de infração por crime ambiental e um auto de advertência, além de expedir seis notificações por atividades ambientais irregulares e embargar as instalações de uma serraria não legalizada. Ao todo, foram apreendidos 1.299 m3 de madeira em toras e 226 m3 de madeira já beneficiada em pranchas.
Uma nova equipe de mais oito fiscais do Ibama já se deslocou para a região sul de Roraima, a fim de continuar com a Operação Apoena, que, segundo o chefe da Diretoria de Fiscalização do Ibama em Roraima, Cássio Mendes, se prolongará “por tempo indeterminado”.
Em fevereiro, as operações se estenderam pelos municípios de Rorainópolis, São João da Baliza, São Luiz do Anauá e Caroebe. Em março, a área de atuação expandiu-se para o norte, envolvendo também os municípios de Caracaraí, Iracema e Mucajaí. Atualmente, o Ibama concentra sua operações de fiscalização em Rorainópolis, onde a ação dos “cedreiros” é facilitada pela ocupação desordenada das áreas florestadas e pela proximidade com um grande centro consumidor, representado pela cidade de Manaus.
Fonte: Ibama - Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
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