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Notícias
06
abr
2010
(MÓVEIS)
Volta do IPI tem impacto menor na venda de móveis
O imposto de 10% que vigorava antes da desoneração do setor, em novembro, passa a ser de 5% para móveis estofados, painéis de madeira, aglomerados de madeira e placas laminadas.
A decisão foi comemorada pelos fabricantes. “Até fevereiro, já tínhamos registrado uma elevação de 14% nas vendas, o que nos ajudou muito a alterar o quadro negativo vivido no último ano, inclusive com possibilidade de redução dos postos de trabalho”, avalia José Luiz Diaz Fernandez, presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel). Com as novas medidas, a Secretaria da Receita Federal estimou uma queda de R$ 34,8 milhões na arrecadação mensal do governo.
Mesmo com a retomada do tributo com 50% de redução, os grandes varejistas garantem que vão manter os preços atuais enquanto durarem os estoques. Na avaliação de José Luiz, os impactos da retomada dos preços dos produtos serão minimizados e o consumidor deve sentir no bolso de forma gradual. “Muitos podem até manter o preço, diminuindo as margens de lucro. É tudo uma questão de mercado”, garante.
O otimismo também é grande com a chegada de uma das maiores feiras do setor moveleiro no estado, o 4º Festival de Móveis e Decoração, que promete agitar o Minascentro, na capital, entre os dias 20 e 25. “Acho que esse é um fator que diminuirá a influência do IPI no setor, já que hoje as feiras são os principais espaços para fechamento das grandes vendas”, avalia Lúcio Carneiro Fernandes, proprietário de quatro lojas de móveis em BH. O aquecimento da construção civil também é um termômetro para os negócios. “Enquanto a construção estiver crescendo, vamos junto”, acrescenta Lúcio. Com os benefícios, o setor moveleiro espera crescer 10% este ano.
A decisão foi comemorada pelos fabricantes. “Até fevereiro, já tínhamos registrado uma elevação de 14% nas vendas, o que nos ajudou muito a alterar o quadro negativo vivido no último ano, inclusive com possibilidade de redução dos postos de trabalho”, avalia José Luiz Diaz Fernandez, presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel). Com as novas medidas, a Secretaria da Receita Federal estimou uma queda de R$ 34,8 milhões na arrecadação mensal do governo.
Mesmo com a retomada do tributo com 50% de redução, os grandes varejistas garantem que vão manter os preços atuais enquanto durarem os estoques. Na avaliação de José Luiz, os impactos da retomada dos preços dos produtos serão minimizados e o consumidor deve sentir no bolso de forma gradual. “Muitos podem até manter o preço, diminuindo as margens de lucro. É tudo uma questão de mercado”, garante.
O otimismo também é grande com a chegada de uma das maiores feiras do setor moveleiro no estado, o 4º Festival de Móveis e Decoração, que promete agitar o Minascentro, na capital, entre os dias 20 e 25. “Acho que esse é um fator que diminuirá a influência do IPI no setor, já que hoje as feiras são os principais espaços para fechamento das grandes vendas”, avalia Lúcio Carneiro Fernandes, proprietário de quatro lojas de móveis em BH. O aquecimento da construção civil também é um termômetro para os negócios. “Enquanto a construção estiver crescendo, vamos junto”, acrescenta Lúcio. Com os benefícios, o setor moveleiro espera crescer 10% este ano.
Fonte: Paula Takahashi/Portal Moveleiro
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