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Notícias
02
abr
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Klabin prevê produzir 710 mil toneladas de cartões em 2010
A Klabin, deverá produzir até 710 mil toneladas de papelcartão em 2010, contra planejamento inicial de 630 mil toneladas para este ano e acima das 600 mil toneladas de 2009.
Além de vender tudo o que for produzido neste ano, a maior fabricante de papéis do Brasil espera colocar no mercado todo seu estoque, afirmou o diretor de operações da Klabin, Paulo Petterle, nesta quarta-feira.
"A empresa tem 60 mil toneladas de papel estocados, e grande parte corresponde a cartões", disse o executivo em encontro com analistas.
"Se a Klabin não programar novos aumentos de capacidade de cartões, pode deixar de atender clientes. Estamos totalmente vendidos", disse ele, indicando que a empresa terá que tomar uma decisão em breve sobre novos projetos de produção.
Para o diretor-geral da companhia, Reinoldo Poernbacher, uma nova unidade de produção de papel pode começar a operar "antes, durante ou depois" da nova fábrica de celulose prevista da companhia. Se isso ocorrer antes, a companhia pode comprar celulose de outros produtores.
A nova linha de produção de papel deve produzir até 500 mil toneladas de cartões por ano, enquanto a unidade de celulose poderia chegar a até 1,5 milhão de toneladas.
"O conceito não é abandonar a estratégia, é reforçar. Queremos que a base de fibras seja a mais econômica possível para suportar nosso plano de crescimento", disse o diretor-geral.
O projeto de uma fábrica de celulose, que deverá ser construída no Paraná, poderá incluir a produção do insumo tanto com eucalipto (fibra curta) quanto pinus (fibra longa).
"Se isso for possível, podemos antecipar a fábrica em 18 meses", disse o diretor de operações. Assim, essa unidade poderia iniciar atividade em 2014. "Atualmente, temos excedente de pinus e eucalipto está em falta", explicou Petterle.
A unidade de celulose continua em estudos e a Klabin não prevê definição em 2010. "O momento certo de entrar nestes investimentos depende do mercado, mas a floresta tem que estar pronta", observou Poernbacher.
Além disso, o diretor-geral afirmou que investimentos de grande porte só serão possíveis quando houver redução do nível de alavancagem. A relação atual entre dívida líquida e Ebitda da Klabin é de 3,4 vezes. "A empresa tem uma política de chegar perto de uma relação de duas vezes antes de começar um novo ciclo”.
A Klabin prevê investir 400 milhões de reais em 2010, valor 62 por cento superior ao de 2009, quando a Klabin priorizou a manutenção do seu caixa.
As ações da Klabin subiam 0,94 por cento às 13h14, a 5,35 reais, enquanto o Ibovespa cedia 0,03 por cento.
Além de vender tudo o que for produzido neste ano, a maior fabricante de papéis do Brasil espera colocar no mercado todo seu estoque, afirmou o diretor de operações da Klabin, Paulo Petterle, nesta quarta-feira.
"A empresa tem 60 mil toneladas de papel estocados, e grande parte corresponde a cartões", disse o executivo em encontro com analistas.
"Se a Klabin não programar novos aumentos de capacidade de cartões, pode deixar de atender clientes. Estamos totalmente vendidos", disse ele, indicando que a empresa terá que tomar uma decisão em breve sobre novos projetos de produção.
Para o diretor-geral da companhia, Reinoldo Poernbacher, uma nova unidade de produção de papel pode começar a operar "antes, durante ou depois" da nova fábrica de celulose prevista da companhia. Se isso ocorrer antes, a companhia pode comprar celulose de outros produtores.
A nova linha de produção de papel deve produzir até 500 mil toneladas de cartões por ano, enquanto a unidade de celulose poderia chegar a até 1,5 milhão de toneladas.
"O conceito não é abandonar a estratégia, é reforçar. Queremos que a base de fibras seja a mais econômica possível para suportar nosso plano de crescimento", disse o diretor-geral.
O projeto de uma fábrica de celulose, que deverá ser construída no Paraná, poderá incluir a produção do insumo tanto com eucalipto (fibra curta) quanto pinus (fibra longa).
"Se isso for possível, podemos antecipar a fábrica em 18 meses", disse o diretor de operações. Assim, essa unidade poderia iniciar atividade em 2014. "Atualmente, temos excedente de pinus e eucalipto está em falta", explicou Petterle.
A unidade de celulose continua em estudos e a Klabin não prevê definição em 2010. "O momento certo de entrar nestes investimentos depende do mercado, mas a floresta tem que estar pronta", observou Poernbacher.
Além disso, o diretor-geral afirmou que investimentos de grande porte só serão possíveis quando houver redução do nível de alavancagem. A relação atual entre dívida líquida e Ebitda da Klabin é de 3,4 vezes. "A empresa tem uma política de chegar perto de uma relação de duas vezes antes de começar um novo ciclo”.
A Klabin prevê investir 400 milhões de reais em 2010, valor 62 por cento superior ao de 2009, quando a Klabin priorizou a manutenção do seu caixa.
As ações da Klabin subiam 0,94 por cento às 13h14, a 5,35 reais, enquanto o Ibovespa cedia 0,03 por cento.
Fonte: Reuters
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