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Notícias
30
mar
2010
(MÓVEIS)
Venda de móveis cresce 20% em quatro meses
Isenção da alíquota reduzida do IPI está prevista para acabar no dia 31 deste mês.
A proximidade do fim da alíquota reduzida do Imposto sobre Produtos Industrializado (IPI) para os móveis, que começou no fim de novembro e está previsto para acabar no dia 31 deste mês, está estimulando as vendas no comércio de Uberlândia. Segundo os empresários da cidade ouvidos pela reportagem do CORREIO de Uberlândia, desde que a redução dos preços foi repassada para os consumidores, as vendas aumentaram entre 15% e 20%. Neste mês, cinco dos oito comerciantes entrevistados registraram um aumento de, aproximadamente, 5% com relação ao mesmo período do ano passado.
“O poder de compra dos consumidores aumentou. Antes, eles chegavam à loja para comprar um único móvel. Hoje, o cliente acaba levando outro móvel além do que ele já pretendia comprar. Parece uma redução pequena, mas, para um casal que está mobiliando toda a casa, no final das contas ele percebe que é uma diferença grande”, afirmou Salem Sobhi Saada, proprietário de uma loja na avenida Fernando Vilela, região central da cidade.
A dona de casa Elizabeth Gomes está à procura de uma cama e um sofá novos. Ontem à tarde, ela saiu às ruas para pesquisar os preços. “Estou indo em várias lojas. Naquela que eu encontrar o melhor preço eu farei a compra, mas pretendo fazer isso antes do fim do mês para não perder o desconto”, afirmou.
Para o empresário Jesus Ildo Bento, proprietário de uma loja de móveis na avenida João Pessoa, região central, a redução do IPI foi fundamental para amenizar os efeitos da crise financeira mundial desencadeada no fim de 2008. “Com a crise, a população deixou de comprar. Esperávamos fechar o ano com queda nas vendas, mas com este estímulo voltamos a vender e mantivemos um bom desempenho. Que bom seria se continuasse”, disse.
A redução da alíquota do IPI para os móveis varia de 5% a 10%, dependendo do produto. Segundo Alessandra Marques Ribeiro, gerente de uma loja na avenida Floriano Peixoto, no Centro de Uberlândia, esta redução aumentou as vendas em cerca de 15% neste ano. “As vendas nos meses de janeiro, fevereiro e março geralmente não são boas, pois este é um período que os consumidores têm muitas contas para pagar, mas este ano notamos uma grande diferença com relação a 2009”, afirmou.
“Redução não chegou aos consumidores”, diz presidente.
Apesar de o governo federal ter concedido uma redução do IPI dos móveis, os descontos não chegaram até o consumidor final, segundo o presidente Sindicato das Indústrias de Marcenarias e Mobiliário do Vale do Paranaíba (Sindimob) em Uberlândia, Ruy Gouvêa Mendes. Os fornecedores dos painéis de madeira promoveram reajuste no preço do principal insumo da indústria moveleira e os fabricantes de móveis não conseguiram reduzir os preços dos produtos. O preço do MDF, principal matéria-prima dos móveis, por exemplo, teve reajuste de aproximadamente 8,5% no mesmo período da redução do IPI. “Percebemos um aumento nas vendas, mas o preço final continuou praticamente o mesmo. Esse acréscimo é uma questão psicológica”, afirmou.
Mesmo sem realmente haver redução nos preços, Airton Oliveira, gerente de uma loja na avenida Floriano Peixoto, registrou um aumento de 20% nas vendas. Com o fim da isenção da alíquota do IPI, ele teme que possa haver queda nas vendas. “Estamos com as vendas em alta, mas como muitas pessoas estão comprando agora para aproveitar a isenção dos impostos, pode ser que as vendas caiam nos próximos meses”, disse.
A proximidade do fim da alíquota reduzida do Imposto sobre Produtos Industrializado (IPI) para os móveis, que começou no fim de novembro e está previsto para acabar no dia 31 deste mês, está estimulando as vendas no comércio de Uberlândia. Segundo os empresários da cidade ouvidos pela reportagem do CORREIO de Uberlândia, desde que a redução dos preços foi repassada para os consumidores, as vendas aumentaram entre 15% e 20%. Neste mês, cinco dos oito comerciantes entrevistados registraram um aumento de, aproximadamente, 5% com relação ao mesmo período do ano passado.
“O poder de compra dos consumidores aumentou. Antes, eles chegavam à loja para comprar um único móvel. Hoje, o cliente acaba levando outro móvel além do que ele já pretendia comprar. Parece uma redução pequena, mas, para um casal que está mobiliando toda a casa, no final das contas ele percebe que é uma diferença grande”, afirmou Salem Sobhi Saada, proprietário de uma loja na avenida Fernando Vilela, região central da cidade.
A dona de casa Elizabeth Gomes está à procura de uma cama e um sofá novos. Ontem à tarde, ela saiu às ruas para pesquisar os preços. “Estou indo em várias lojas. Naquela que eu encontrar o melhor preço eu farei a compra, mas pretendo fazer isso antes do fim do mês para não perder o desconto”, afirmou.
Para o empresário Jesus Ildo Bento, proprietário de uma loja de móveis na avenida João Pessoa, região central, a redução do IPI foi fundamental para amenizar os efeitos da crise financeira mundial desencadeada no fim de 2008. “Com a crise, a população deixou de comprar. Esperávamos fechar o ano com queda nas vendas, mas com este estímulo voltamos a vender e mantivemos um bom desempenho. Que bom seria se continuasse”, disse.
A redução da alíquota do IPI para os móveis varia de 5% a 10%, dependendo do produto. Segundo Alessandra Marques Ribeiro, gerente de uma loja na avenida Floriano Peixoto, no Centro de Uberlândia, esta redução aumentou as vendas em cerca de 15% neste ano. “As vendas nos meses de janeiro, fevereiro e março geralmente não são boas, pois este é um período que os consumidores têm muitas contas para pagar, mas este ano notamos uma grande diferença com relação a 2009”, afirmou.
“Redução não chegou aos consumidores”, diz presidente.
Apesar de o governo federal ter concedido uma redução do IPI dos móveis, os descontos não chegaram até o consumidor final, segundo o presidente Sindicato das Indústrias de Marcenarias e Mobiliário do Vale do Paranaíba (Sindimob) em Uberlândia, Ruy Gouvêa Mendes. Os fornecedores dos painéis de madeira promoveram reajuste no preço do principal insumo da indústria moveleira e os fabricantes de móveis não conseguiram reduzir os preços dos produtos. O preço do MDF, principal matéria-prima dos móveis, por exemplo, teve reajuste de aproximadamente 8,5% no mesmo período da redução do IPI. “Percebemos um aumento nas vendas, mas o preço final continuou praticamente o mesmo. Esse acréscimo é uma questão psicológica”, afirmou.
Mesmo sem realmente haver redução nos preços, Airton Oliveira, gerente de uma loja na avenida Floriano Peixoto, registrou um aumento de 20% nas vendas. Com o fim da isenção da alíquota do IPI, ele teme que possa haver queda nas vendas. “Estamos com as vendas em alta, mas como muitas pessoas estão comprando agora para aproveitar a isenção dos impostos, pode ser que as vendas caiam nos próximos meses”, disse.
Fonte: Lucas Barbosa
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