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Notícias
30
mar
2010
(IBAMA)
Multas a empresas carboníferas do Oeste do PR somam R$ 8,4 milhões
41 autos de infração foram aplicados a 26 empresas da região. Operação tem o objetivo de coibir o comércio e transporte ilegal de carvão vegetal.
A Operação Corcel Negro, deflagrada com o objetivo de combater o comércio ilegal de carvão vegetal, completou oito dias nesta segunda-feira (29), somando R$ 8,4 milhões em multa, aplicadas por meio de 41 autos de infração a 26 empresas carboníferas do Oeste do Paraná. A região é considerada a porta de entrada para carvão irregular proveniente do Paraguai e do Mato Grosso do Sul.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Ambientais (Ibama), responsável pela operação, dentre as principais irregularidades cometidas pelas empresas estão a venda de créditos virtuais de carvão no sistema Documento de Origem Florestal (DOF), estocagem de carvão sem documentação e transporte sem documentação. Há casos de empresas que tinham créditos de carvão no DOF, mas que não tinham o produto no pátio. Até esta segunda-feira (29), foram estornados no Sistema DOF cerca de 22,3 mil metros de carvão em créditos, o que equivale a 447,4 caminhões do produto.
A maior parte do carvão vegetal consumido no Brasil é importada do Paraguai. O produto abastece as fornalhas das siderúrgicas de Minas Gerais, maior consumidor dessa fonte de energia no país. Segundo o Ibama, boa parte do carvão paraguaio cruza a fronteira ilegalmente e as empresas "esquentam" o produto por meio de documentação irregular. O instituto aponta ainda que madeira nativa brasileira é usada na produção deste carvão vegetal.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) mantém barreiras em cidades do Oeste do estado para coibir o transporte ilegal do produto. Além disso, os fiscais do Ibama estão fazendo uma varredura nos pátios das empresas carvoeiras da região oeste paranaense, que é responsável por grande parte da comercialização do produto no estado.
Para o coordenador da operação na Região Sul, Paulo Roberto Mattoso Dittert, os resultados comprovam que as ações têm um bom andamento. "Isso mostra o empenho e a dedicação dos agentes ambientais federais do Ibama nos estados de Santa Catarina e Paraná, que não estão medindo esforços para desenvolver um trabalho ágil, sério e muito competente", disse.
A Operação Corcel Negro, deflagrada com o objetivo de combater o comércio ilegal de carvão vegetal, completou oito dias nesta segunda-feira (29), somando R$ 8,4 milhões em multa, aplicadas por meio de 41 autos de infração a 26 empresas carboníferas do Oeste do Paraná. A região é considerada a porta de entrada para carvão irregular proveniente do Paraguai e do Mato Grosso do Sul.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Ambientais (Ibama), responsável pela operação, dentre as principais irregularidades cometidas pelas empresas estão a venda de créditos virtuais de carvão no sistema Documento de Origem Florestal (DOF), estocagem de carvão sem documentação e transporte sem documentação. Há casos de empresas que tinham créditos de carvão no DOF, mas que não tinham o produto no pátio. Até esta segunda-feira (29), foram estornados no Sistema DOF cerca de 22,3 mil metros de carvão em créditos, o que equivale a 447,4 caminhões do produto.
A maior parte do carvão vegetal consumido no Brasil é importada do Paraguai. O produto abastece as fornalhas das siderúrgicas de Minas Gerais, maior consumidor dessa fonte de energia no país. Segundo o Ibama, boa parte do carvão paraguaio cruza a fronteira ilegalmente e as empresas "esquentam" o produto por meio de documentação irregular. O instituto aponta ainda que madeira nativa brasileira é usada na produção deste carvão vegetal.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) mantém barreiras em cidades do Oeste do estado para coibir o transporte ilegal do produto. Além disso, os fiscais do Ibama estão fazendo uma varredura nos pátios das empresas carvoeiras da região oeste paranaense, que é responsável por grande parte da comercialização do produto no estado.
Para o coordenador da operação na Região Sul, Paulo Roberto Mattoso Dittert, os resultados comprovam que as ações têm um bom andamento. "Isso mostra o empenho e a dedicação dos agentes ambientais federais do Ibama nos estados de Santa Catarina e Paraná, que não estão medindo esforços para desenvolver um trabalho ágil, sério e muito competente", disse.
Fonte: Gazeta do Povo
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