Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Cidade vai exigir madeira certificada em obras públicas
O uso de madeira legal e certificada em obras públicas deverá se tornar lei até o final deste ano em Piracicaba (SP), primeiro município brasileiro a aderir ao programa Cidade Amiga da Amazônia, desenvolvido pelo Greenpeace. De acordo com a organização não-governamental, Campinas assinará o termo de compromisso na próxima semana.
O projeto é baseado em quatro premissas básicas. As cidades se comprometem, nas compras públicas, a dar preferência a madeiras com o selo de Conservação de Manejo Florestal (FSC, sigla em inglês) e a não adquirir mogno, produto ameaçado de extinção.
Também passam a exigir documentos concedidos pelo Ibama para comprovar a legalidade e sustentabilidade do material, a chamada cadeia de custódia, que abrange o controle da madeira desde o corte até a entrega. O último quesito é orientar as empreiteiras a substituir a madeira descartável, usadas em andaimes ou formas de concreto, por materiais recicláveis, como pet e alumínio.
O coordenador político do programa, Gustavo Vieira, explicou que o Sudeste é o maior consumidor de madeira do Brasil, compra 37,4% da produção nacional. Sozinho, o Estado de São Paulo responde por entre 20 e 25% do consumo de madeira no País. Para o exterior seguem apenas 14,4% da madeira brasileira, segundo disse. Citando um estudo do Ibama feito em 2000, Vieira afirmou que “80% da madeira que sai da Amazônia é ilegal e que o mercado brasileiro consome quase toda produção nacional". Ele lembrou que a madeira ilegal é mais barata, fator determinante em concorrências públicas. “A lei da concorrência acaba favorecendo o consumo irregular.”
Fonte: Estadão – 26/04/2004
O projeto é baseado em quatro premissas básicas. As cidades se comprometem, nas compras públicas, a dar preferência a madeiras com o selo de Conservação de Manejo Florestal (FSC, sigla em inglês) e a não adquirir mogno, produto ameaçado de extinção.
Também passam a exigir documentos concedidos pelo Ibama para comprovar a legalidade e sustentabilidade do material, a chamada cadeia de custódia, que abrange o controle da madeira desde o corte até a entrega. O último quesito é orientar as empreiteiras a substituir a madeira descartável, usadas em andaimes ou formas de concreto, por materiais recicláveis, como pet e alumínio.
O coordenador político do programa, Gustavo Vieira, explicou que o Sudeste é o maior consumidor de madeira do Brasil, compra 37,4% da produção nacional. Sozinho, o Estado de São Paulo responde por entre 20 e 25% do consumo de madeira no País. Para o exterior seguem apenas 14,4% da madeira brasileira, segundo disse. Citando um estudo do Ibama feito em 2000, Vieira afirmou que “80% da madeira que sai da Amazônia é ilegal e que o mercado brasileiro consome quase toda produção nacional". Ele lembrou que a madeira ilegal é mais barata, fator determinante em concorrências públicas. “A lei da concorrência acaba favorecendo o consumo irregular.”
Fonte: Estadão – 26/04/2004
Fonte:
Notícias em destaque
Setor da celulose deve ser principal beneficiado no acordo com europeus
Segundo o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, além da abertura de novos mercados, os preços nestes países...
(PAPEL E CELULOSE)
Brasil confirma presença na IMM Cologne 2026: indústria moveleira retoma conexões estratégicas na Alemanha
Após um ano de pausa, a indústria moveleira global volta a se reunir na IMM Cologne, feira que ocorre de 20 a 23 de janeiro de 2026...
(EVENTOS)
O papel dos viveiros de mudas nas metas ESG e de reflorestamento corporativo
Entenda por que a base dos projetos ambientais corporativos começa na produção de mudas
Em 2024, a silvicultura...
(SILVICULTURA)
A 10ª Conferência Anual de Madeira Maciça contará com um novo fórum de investimentos.
A Conferência Internacional de Madeira Maciça (IMTC, na sigla em inglês) incluirá uma nova sessão principal,...
(EVENTOS)
Carpinteiros duvidaram desta máquina portátil até vê-la transformar uma tora gigante em tábuas;
Carpinteiros duvidaram desta máquina portátil até vê-la transformar uma tora gigante em tábuas; o equipamento...
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Exportações de madeira acumulam queda de 3 por cento em 2025
Conflitos e questões políticas internacionais impactaram o comércio exterior brasileiro no ano passado. Resiliência e...
(MERCADO)














