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Notícias
27
mar
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Masisa inaugura segunda fábrica no Brasil
Inaugurada ontem em Montenegro, a 60 quilômetros de Porto Alegre, a segunda fábrica de chapas de madeira da chilena Masisa no Brasil é o primeiro passo da empresa para triplicar os negócios no país nos próximos três anos. Neste período, a meta é alcançar vendas anuais de US$ 300 milhões no mercado local, disse o diretor-presidente do grupo, Roberto Salas.
Em associação com o fundo de investimentos americano Hancock Timber, especializado na gestão de ativos florestais, a Masisa também pretende adquirir 40 mil hectares para plantio de eucalipto e pinus que servirão de fonte de matérias-primas no Rio Grande do Sul ao longo dos próximos quatro a sete anos. A nova unidade industrial tem capacidade para produzir 750 mil metros cúbicos por ano de chapas MDP, elaboradas a partir de partículas obtidas no processamento de toras, "cavacos", serragem ou pó de madeira.
A construção exigiu investimentos de R$ 266 milhões, parte financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e o projeto original prevê ainda a implantação de uma linha de chapas MDF (com fibras de média densidade), de maior valor agregado, com capacidade de 550 mil metros cúbicos por ano.
A unidade de Montenegro, a maior do setor de chapas de madeira da América Latina, terá toda a produção destinada ao mercado interno, especialmente para o pólo moveleiro de Bento Gonçalves na serra gaúcha. Com ela, o Brasil passa a responder por pouco mais de 30% da capacidade total do grupo, que agora alcança 3,3 milhões de metros cúbicos/ano.
Em associação com o fundo de investimentos americano Hancock Timber, especializado na gestão de ativos florestais, a Masisa também pretende adquirir 40 mil hectares para plantio de eucalipto e pinus que servirão de fonte de matérias-primas no Rio Grande do Sul ao longo dos próximos quatro a sete anos. A nova unidade industrial tem capacidade para produzir 750 mil metros cúbicos por ano de chapas MDP, elaboradas a partir de partículas obtidas no processamento de toras, "cavacos", serragem ou pó de madeira.
A construção exigiu investimentos de R$ 266 milhões, parte financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e o projeto original prevê ainda a implantação de uma linha de chapas MDF (com fibras de média densidade), de maior valor agregado, com capacidade de 550 mil metros cúbicos por ano.
A unidade de Montenegro, a maior do setor de chapas de madeira da América Latina, terá toda a produção destinada ao mercado interno, especialmente para o pólo moveleiro de Bento Gonçalves na serra gaúcha. Com ela, o Brasil passa a responder por pouco mais de 30% da capacidade total do grupo, que agora alcança 3,3 milhões de metros cúbicos/ano.
Fonte: Valor
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