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Notícias
26
mar
2010
(IBAMA)
Operação descobre 600 mil m³ de carvão fictícios em sistema de controle no Pará
No Sisflora, empresas registram transações de produtos florestais. Volume serviria para 'esquentar' produto de desmatamento ilegal, diz Ibama.
Fiscalização iniciada esta semana encontrou fraudes no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora) do Pará que correspondem a mais de 600 mil metros cúbicos de carvão em créditos falsos em 14 diferentes empresas.
Os créditos fictícios são usados para “esquentar” carvão produzido a partir do desmatamento ilegal da floresta amazônica, segundo informa o Ibama. O órgão ambiental calcula que o volume detectado equivale a 50 km² de matas que poderiam ser destruídas e acobertadas com as fraudes no Sisflora.
O maior volume de créditos fictícios apareceu numa carvoaria em Marabá, no sudeste do Pará. A empresa, diz o Ibama, havia incluído no Sisflora 1.300 toneladas de matéria-prima para produção de carvão, mas os fiscais encontraram menos de 200 quilos no local. Na cidade existe um polo siderúrgico que consome grande volume de carvão vegetal.
No Sisflora, as empresas registram os produtos florestais comercializados como se fosse uma conta de banco, atualizando os saldos dos volumes que detêm a cada transação.
Por isso, a fiscalização pode identificar fraudes comparando o volume de madeira ou carvão que há nos pátios de madeireiras e carvoarias com o que elas alegam ter no sistema eletrônico.
A operação do Ibama pretende coibir o “esquentamento” de carvão originário de desmatamento ilegal em 14 estados produtores e consumidores - Pará, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Piauí, Maranhão, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Fiscalização iniciada esta semana encontrou fraudes no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora) do Pará que correspondem a mais de 600 mil metros cúbicos de carvão em créditos falsos em 14 diferentes empresas.
Os créditos fictícios são usados para “esquentar” carvão produzido a partir do desmatamento ilegal da floresta amazônica, segundo informa o Ibama. O órgão ambiental calcula que o volume detectado equivale a 50 km² de matas que poderiam ser destruídas e acobertadas com as fraudes no Sisflora.
O maior volume de créditos fictícios apareceu numa carvoaria em Marabá, no sudeste do Pará. A empresa, diz o Ibama, havia incluído no Sisflora 1.300 toneladas de matéria-prima para produção de carvão, mas os fiscais encontraram menos de 200 quilos no local. Na cidade existe um polo siderúrgico que consome grande volume de carvão vegetal.
No Sisflora, as empresas registram os produtos florestais comercializados como se fosse uma conta de banco, atualizando os saldos dos volumes que detêm a cada transação.
Por isso, a fiscalização pode identificar fraudes comparando o volume de madeira ou carvão que há nos pátios de madeireiras e carvoarias com o que elas alegam ter no sistema eletrônico.
A operação do Ibama pretende coibir o “esquentamento” de carvão originário de desmatamento ilegal em 14 estados produtores e consumidores - Pará, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Piauí, Maranhão, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Fonte: Globo Amazônia
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