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Notícias
26
mar
2010
(ECONOMIA)
Macrozoneamento dividirá Amazônia em dez áreas
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) apresentou ontem (25) a proposta de macrozoneamento da Amazônia Legal. Para realizá-la, pretende dividir a região em dez áreas principais, sendo que cada uma delas terá uma estratégia própria de preservação e desenvolvimento econômico. As informações são do jornal Folha de São Paulo.
O documento, que em dez dias deve ser transformado em decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passará a ser uma diretriz para qualquer tipo de ação territorial, econômica (pública e privada) e ambiental nos Estados da região Norte, no Mato Grosso e em parte do Maranhão. Para que funcione de fato, o plano exigirá a colaboração de Estados e municípios.
Cada área delimitada pela proposta possui uma característica e terá uma estratégia. A primeira, chamada de "coração florestal", abrange quase a totalidade dos Estados do Acre e do Amazonas, além de trechos de Pará, Amapá e Roraima. O objetivo é manter essa região quase integralmente protegida, já que abriga a maior porção de florestas intocadas. Nessa área, será limitada a criação de novos assentamentos rurais.
Uma das zonas criadas deverá servir como um "cinturão verde" para proteger o avanço da soja e da pecuária na floresta e, para isso, será priorizada a criação de unidades de conservação. Essa área, chamada "contenção de frentes de expansão", abrange o sul do Amazonas e o centro-sul paraense. A região norte do Mato Grosso passa a se chamar "diversificação da fronteira agroflorestal e pecuária", e terá como foco a implantação de uma indústria sustentável de madeira e incentivos à expansão da agricultura em pastagens degradadas.
O documento, que em dez dias deve ser transformado em decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passará a ser uma diretriz para qualquer tipo de ação territorial, econômica (pública e privada) e ambiental nos Estados da região Norte, no Mato Grosso e em parte do Maranhão. Para que funcione de fato, o plano exigirá a colaboração de Estados e municípios.
Cada área delimitada pela proposta possui uma característica e terá uma estratégia. A primeira, chamada de "coração florestal", abrange quase a totalidade dos Estados do Acre e do Amazonas, além de trechos de Pará, Amapá e Roraima. O objetivo é manter essa região quase integralmente protegida, já que abriga a maior porção de florestas intocadas. Nessa área, será limitada a criação de novos assentamentos rurais.
Uma das zonas criadas deverá servir como um "cinturão verde" para proteger o avanço da soja e da pecuária na floresta e, para isso, será priorizada a criação de unidades de conservação. Essa área, chamada "contenção de frentes de expansão", abrange o sul do Amazonas e o centro-sul paraense. A região norte do Mato Grosso passa a se chamar "diversificação da fronteira agroflorestal e pecuária", e terá como foco a implantação de uma indústria sustentável de madeira e incentivos à expansão da agricultura em pastagens degradadas.
Fonte: Amazônia.org.br
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