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Notícias
23
mar
2010
(MEIO AMBIENTE)
Saúde humana tem ligação direta com a saúde das florestas
A degradação ambiental tem graves impactos prejudiciais à saúde dos seres humanos. A proteção do meio ambiente, no entanto, pode reverter esse quadro e propiciar benefícios para a saúde, segundo informa um novo relatório da Rede WWF.
“Nossas pesquisas confirmam o que já sabíamos instintivamente: a saúde humana está inevitavelmente ligada à saúde do planeta”, declarou Chris Elliot, diretor executivo de Conservação da Rede Mundial WWF.
O relatório chamado Áreas vitais: a contribuição das unidades de conservação para a saúde humana (título traduzido ao português) registra que, de acordo com estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 23 e 25% dos males provocados pelas doenças mundiais poderiam ser evitados por meio da melhoria da gestão das condições ambientais.
A proteção das paisagens naturais pode dar uma contribuição positiva para a saúde humana por meio da conservação de recursos medicinais de uso futuro, da redução dos impactos da poluição, toxinas e extremos climáticos.
O relatório relata, por exemplo, a descoberta feita na última década, nas florestas de Bornéu, de árvores e arbustos que podem ser usados no tratamento do câncer, da malária e do vírus HIV (causador da AIDS). Ao todo, foram descobertas 422 novas espécies vegetais em Bornéu nos últimos 25 anos.
Por esse motivo, a pesquisa coloca ênfase no impacto do desmatamento sobre a biodiversidade e, consequentemente, sobre a saúde humana. Neste Ano Internacional da Biodiversidade essa questão é ainda mais urgente.
“Quando a Rede WWF enfatiza a importância da biodiversidade, não é só porque usufruímos das várias árvores ou sapos que existem numa floresta e sim porque o conhecimento científico nos informa que aquelas árvores e aqueles sapos são vitais para a saúde da floresta; e porque a saúde da floresta é vital para a nossa saúde”, explica Elliot. Ele ainda acrescenta que, nesse sentido, “o desmatamento representa um duplo golpe para a saúde humana”, diz Elliot.
Distribuído no Dia Mundial da Floresta, celebrado em 21 de março, o relatório também aponta que, embora as pessoas cultivem as plantas cujo valor já é conhecido, há pouco registro de conservação de plantas pouco utilizadas pelos seres humanos. O problema dessa conduta é que a destruição do habitat elimina espécies potencialmente valiosas antes que elas venham a ser descobertas, quanto mais testadas.
O relatório Áreas vitais: a contribuição das unidades de conservação para a saúde humana faz um alerta às pessoas sobre a necessidade de proteção dos recursos naturais e da biodiversidade para promover a saúde humana.
“A maior parte das pessoas pensa nas áreas que estão sob proteção oficial – como parques nacionais, reservas e outras unidades de conservação – como ferramentas para a conservação da vida silvestre. No entanto, ao proteger a íntegra do habitat e os ecossistemas, as áreas protegidas existentes no mundo também nos proporcionam alguns benefícios sociais bem práticos,” escreveu no prefácio do relatório o especialista líder em biodiversidade do Banco Mundial, Dr. Kathy MacKinnon.
No Brasil, o WWF-Brasil está apoiando a criação de uma unidade de conservação de proteção integral em Bertioga, no litoral de São Paulo. Essa área protegida que se pretende criar fica no trecho mais preservado de Mata Atlântica no litoral paulista. Neste Ano Internacional da Biodiversidade, 2010, é importante proteger e recuperar os ecossistemas terrestres e aquáticos como uma maneira de defendermos a vida no planeta. A proteção da área em Bertioga vai contribuir efetivamente para que o Brasil cumpra meta firmada na Convenção da Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas.
Junte-se a essa luta e participe do abaixo-assinado pela criação da área, lançado pelo WWF-Brasil em 23/02. A criação de uma área protegida em Bertioga é por você, por nós, pelo Brasil e pelo Planeta! Hora de Bertioga é também Hora do Planeta 2010.
“Nossas pesquisas confirmam o que já sabíamos instintivamente: a saúde humana está inevitavelmente ligada à saúde do planeta”, declarou Chris Elliot, diretor executivo de Conservação da Rede Mundial WWF.
O relatório chamado Áreas vitais: a contribuição das unidades de conservação para a saúde humana (título traduzido ao português) registra que, de acordo com estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 23 e 25% dos males provocados pelas doenças mundiais poderiam ser evitados por meio da melhoria da gestão das condições ambientais.
A proteção das paisagens naturais pode dar uma contribuição positiva para a saúde humana por meio da conservação de recursos medicinais de uso futuro, da redução dos impactos da poluição, toxinas e extremos climáticos.
O relatório relata, por exemplo, a descoberta feita na última década, nas florestas de Bornéu, de árvores e arbustos que podem ser usados no tratamento do câncer, da malária e do vírus HIV (causador da AIDS). Ao todo, foram descobertas 422 novas espécies vegetais em Bornéu nos últimos 25 anos.
Por esse motivo, a pesquisa coloca ênfase no impacto do desmatamento sobre a biodiversidade e, consequentemente, sobre a saúde humana. Neste Ano Internacional da Biodiversidade essa questão é ainda mais urgente.
“Quando a Rede WWF enfatiza a importância da biodiversidade, não é só porque usufruímos das várias árvores ou sapos que existem numa floresta e sim porque o conhecimento científico nos informa que aquelas árvores e aqueles sapos são vitais para a saúde da floresta; e porque a saúde da floresta é vital para a nossa saúde”, explica Elliot. Ele ainda acrescenta que, nesse sentido, “o desmatamento representa um duplo golpe para a saúde humana”, diz Elliot.
Distribuído no Dia Mundial da Floresta, celebrado em 21 de março, o relatório também aponta que, embora as pessoas cultivem as plantas cujo valor já é conhecido, há pouco registro de conservação de plantas pouco utilizadas pelos seres humanos. O problema dessa conduta é que a destruição do habitat elimina espécies potencialmente valiosas antes que elas venham a ser descobertas, quanto mais testadas.
O relatório Áreas vitais: a contribuição das unidades de conservação para a saúde humana faz um alerta às pessoas sobre a necessidade de proteção dos recursos naturais e da biodiversidade para promover a saúde humana.
“A maior parte das pessoas pensa nas áreas que estão sob proteção oficial – como parques nacionais, reservas e outras unidades de conservação – como ferramentas para a conservação da vida silvestre. No entanto, ao proteger a íntegra do habitat e os ecossistemas, as áreas protegidas existentes no mundo também nos proporcionam alguns benefícios sociais bem práticos,” escreveu no prefácio do relatório o especialista líder em biodiversidade do Banco Mundial, Dr. Kathy MacKinnon.
No Brasil, o WWF-Brasil está apoiando a criação de uma unidade de conservação de proteção integral em Bertioga, no litoral de São Paulo. Essa área protegida que se pretende criar fica no trecho mais preservado de Mata Atlântica no litoral paulista. Neste Ano Internacional da Biodiversidade, 2010, é importante proteger e recuperar os ecossistemas terrestres e aquáticos como uma maneira de defendermos a vida no planeta. A proteção da área em Bertioga vai contribuir efetivamente para que o Brasil cumpra meta firmada na Convenção da Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas.
Junte-se a essa luta e participe do abaixo-assinado pela criação da área, lançado pelo WWF-Brasil em 23/02. A criação de uma área protegida em Bertioga é por você, por nós, pelo Brasil e pelo Planeta! Hora de Bertioga é também Hora do Planeta 2010.
Fonte: WWF Brasil
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