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Notícias
21
mar
2010
(GERAL)
Fapesc financia inventário florestal em Santa Catarina
Terminam nesta semana os trabalhos de campo que vão incluir a Ilha de Santa Catarina no Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina (IFFSC). Pesquisadores têm percorrido matas no entorno da Lagoa do Peri, Vargem Grande e Lagoinha do Leste para examinar o que sobrou de florestas e de plantas epífitas, como orquídeas, bromélias e samambaias.
O projeto é uma iniciativa do governo estadual, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina (FAPESC). Desta instituição é a doutora em gestão ambiental Adriana Dias, quem explica que os resultados científicos deste levantamento servirão para formular políticas públicas relativas às florestas catarinenses. "Precisamos conhecê-las para tomar decisões estratégicas sobre seu uso e sua conservação", salienta.
A atual fase do inventário está sob coordenação da Universidade Regional de Blumenau, mas também participam do IFFSC a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural e Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).
Minas Gerais e Rio Grande do Sul já concluíram seus levantamentos, mas nosso estado é o primeiro a usar a metodologia definida para o Inventário Florestal Nacional, a qual permitirá a integração dos dados obtidos em todas as unidades da federação. Rio de Janeiro, Distrito Federal e Sergipe devem ser os próximos a iniciarem seus inventários estaduais.
"Nós começamos em 2007, mas trabalhamos principalmente no verão porque a identificação de muitas espécies só é possível quando há flores ou frutos, e com a maioria delas, isso acontece entre setembro e abril. De todo jeito, devemos terminar este ano", diz o Prof. Dr. Alexander C. Vibrans, coordenador do IFFSC.
O projeto é uma iniciativa do governo estadual, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina (FAPESC). Desta instituição é a doutora em gestão ambiental Adriana Dias, quem explica que os resultados científicos deste levantamento servirão para formular políticas públicas relativas às florestas catarinenses. "Precisamos conhecê-las para tomar decisões estratégicas sobre seu uso e sua conservação", salienta.
A atual fase do inventário está sob coordenação da Universidade Regional de Blumenau, mas também participam do IFFSC a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural e Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).
Minas Gerais e Rio Grande do Sul já concluíram seus levantamentos, mas nosso estado é o primeiro a usar a metodologia definida para o Inventário Florestal Nacional, a qual permitirá a integração dos dados obtidos em todas as unidades da federação. Rio de Janeiro, Distrito Federal e Sergipe devem ser os próximos a iniciarem seus inventários estaduais.
"Nós começamos em 2007, mas trabalhamos principalmente no verão porque a identificação de muitas espécies só é possível quando há flores ou frutos, e com a maioria delas, isso acontece entre setembro e abril. De todo jeito, devemos terminar este ano", diz o Prof. Dr. Alexander C. Vibrans, coordenador do IFFSC.
Fonte: FAPESC
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