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Notícias
18
mar
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Confirmada demanda por celulose
A indústria do papel, papelão e cortiça, uma das mais prejudicadas pela crise mundial, pois envolve embalagens, atingidas pela diminuição das atividades comerciais, está em recuperação, puxada pela reativação da economia e pelo aumento da demanda internacional. A informação é do presidente do sindicato das empresas do setor, Walter Rudi Christmann, explicando que o grande mercado é a China, que importa celulose brasileira para suprir as necessidades de sua gigantesca indústria papeleira. Em janeiro de 2010, a produção brasileira de celulose foi de 1,23 milhão de toneladas, representando um crescimento de 12,9% em relação a igual mês de 2009. O segmento de papel registrou produção de 822 mil toneladas em janeiro último, num incremento de 9,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Outro indicador importante dessa recuperação são as vendas de papel no mercado interno, que cresceram 9,7% em janeiro de 2010 comparativamente a igual mês de 2009. Finalmente, as exportações somaram US$ 343 milhões em janeiro de 2010, volume levemente superior ao de janeiro de 2009.
Celulose II
Conforme Christmann, esta mudança de cenário abre perspectivas favoráveis para a retomada dos investimentos no setor, como o na expansão da Celulose Riograndense (antiga Aracruz) de Guaíba, hoje controlada pela chilena CMPC. O Estado oferece condições privilegiadas para o desenvolvimento da atividade florestal e dos segmentos a ela vinculados, incluindo solo, regime pluviométrico e áreas disponíveis para o plantio. Outro fator positivo, conclui, é a legislação ambiental atualizada, aprovada em 2009 pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente, que confere regras claras e maior segurança aos empreendedores.
Celulose II
Conforme Christmann, esta mudança de cenário abre perspectivas favoráveis para a retomada dos investimentos no setor, como o na expansão da Celulose Riograndense (antiga Aracruz) de Guaíba, hoje controlada pela chilena CMPC. O Estado oferece condições privilegiadas para o desenvolvimento da atividade florestal e dos segmentos a ela vinculados, incluindo solo, regime pluviométrico e áreas disponíveis para o plantio. Outro fator positivo, conclui, é a legislação ambiental atualizada, aprovada em 2009 pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente, que confere regras claras e maior segurança aos empreendedores.
Fonte: Jornal do Comércio
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