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Notícias
15
mar
2010
(CARBONO)
58 países decidem ação imediata em florestas
Um grupo de 58 países reunidos em Paris concordou em colocar para funcionar imediatamente um mecanismo para reduzir as emissões de gases-estufa.
Um grupo de 58 países reunidos em Paris concordou em colocar para funcionar imediatamente um mecanismo para reduzir as emissões de gases-estufa por desmatamento, mesmo na ausência de um acordo global sobre emissões.
De quebra, elevou a verba disponível para a tarefa para US$ 4,5 bilhões, com a promessa de chegar a US$ 6 bilhões até maio. O dinheiro deverá ser investido em capacitação técnica e monitoramento de desmatamento tropical até 2012.
O objetivo da reunião foi estabelecer um mecanismo provisório para o Redd (Redução de Emissões por Desmatamento), uma maneira de incluir a proteção às florestas no combate ao aquecimento global e compensar os países tropicais por isso. Apesar de um acordo para controlar emissões não ter sido firmado na conferência do clima de Copenhague, em dezembro passado, a maioria dos países acha que o Redd pode ser implementado já.
Nações como os EUA, a Noruega, a França e o Reino Unido já haviam disponibilizado US$ 3,5 bilhões para ações de Redd. A Alemanha, o Banco Mundial e a Finlândia também colocaram mais US$ 1 bilhão.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse que as florestas precisam de financiamento agressivo. "Juntos, demonstraremos que é possível obter resultados mensuráveis e concretos, já neste ano, começando com a luta contra o desmatamento", declarou, chamando Copenhague de "frustrante". Ele reiterou seu apelo por uma taxa sobre transações financeiras, que poderia financiar o combate à mudança do clima. Em Paris, foi formado um grupo de países (Austrália, Brasil, Papua-Nova Guiné, Noruega, Cong e França) para mapear os projetos de Redd existentes e identificar quem precisa de recursos e quanto.
Segundo Minc, ministro do Meio Ambiente do Brasil, uma próxima reunião em Oslo, em maio, deve definir um grupo de oito países que poderá direcionar a aplicação do dinheiro e selecionar projetos, algo como o comitê que supervisiona o Fundo Amazônia no Brasil.
A verba será canalizada por instituições já existentes, como o Fundo Ambiental Global, do Banco Mundial, e a FAO (órgão da ONU para a agricultura). Minc definiu o espírito da reunião: "É menos do que euforia, mas os países com floresta ficaram animados".
Um grupo de 58 países reunidos em Paris concordou em colocar para funcionar imediatamente um mecanismo para reduzir as emissões de gases-estufa por desmatamento, mesmo na ausência de um acordo global sobre emissões.
De quebra, elevou a verba disponível para a tarefa para US$ 4,5 bilhões, com a promessa de chegar a US$ 6 bilhões até maio. O dinheiro deverá ser investido em capacitação técnica e monitoramento de desmatamento tropical até 2012.
O objetivo da reunião foi estabelecer um mecanismo provisório para o Redd (Redução de Emissões por Desmatamento), uma maneira de incluir a proteção às florestas no combate ao aquecimento global e compensar os países tropicais por isso. Apesar de um acordo para controlar emissões não ter sido firmado na conferência do clima de Copenhague, em dezembro passado, a maioria dos países acha que o Redd pode ser implementado já.
Nações como os EUA, a Noruega, a França e o Reino Unido já haviam disponibilizado US$ 3,5 bilhões para ações de Redd. A Alemanha, o Banco Mundial e a Finlândia também colocaram mais US$ 1 bilhão.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse que as florestas precisam de financiamento agressivo. "Juntos, demonstraremos que é possível obter resultados mensuráveis e concretos, já neste ano, começando com a luta contra o desmatamento", declarou, chamando Copenhague de "frustrante". Ele reiterou seu apelo por uma taxa sobre transações financeiras, que poderia financiar o combate à mudança do clima. Em Paris, foi formado um grupo de países (Austrália, Brasil, Papua-Nova Guiné, Noruega, Cong e França) para mapear os projetos de Redd existentes e identificar quem precisa de recursos e quanto.
Segundo Minc, ministro do Meio Ambiente do Brasil, uma próxima reunião em Oslo, em maio, deve definir um grupo de oito países que poderá direcionar a aplicação do dinheiro e selecionar projetos, algo como o comitê que supervisiona o Fundo Amazônia no Brasil.
A verba será canalizada por instituições já existentes, como o Fundo Ambiental Global, do Banco Mundial, e a FAO (órgão da ONU para a agricultura). Minc definiu o espírito da reunião: "É menos do que euforia, mas os países com floresta ficaram animados".
Fonte: Folha de São Paulo/Celulose Online
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