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Notícias
09
mar
2010
(MÓVEIS)
Móveis valencianos deixam de temer a China e busca aliar-se com os cariocas
Folgado assegura que o impulso Lula em relação às explorações florestais converterá o Brasil na principal ameaça global.
O Brasil irá ser o novo líder mundial do móvel desbancando a China, que ficará com uma quota de mercado residual. Essa mudança supõe uma grande oportunidade para o setor valenciano da madeira que perde sua principal ameaça podendo ganhar um novo aliado, seja como fornecedor de matéria prima ou produzindo no Brasil.
Essa é a hipótese com a que trabalham os empresários da Comunidade Valenciana, segundo explicou Vicente Folgado, presidente da Fevama (patronal da madeira), em um ato organizado pela Real Sociedade Econômica dos Amigos do País que pronunciou uma conferencia titulada 'Estratégias para superar a crise na indústria da madeira y móvel: Inovação e sustentabilidade'. O auge do Brasil, a queda a da China, a necessidade de mudança na indústria valenciana e na maneira da mudança climática são questões que vão modificar o futuro desse setor nos próximos dez anos.
O primeiro fator dessa mudança na distribuição da quota de mercado da madeira- móvel está segundo José Vicente Oliver, professor da Universidade Politécnica de Valencia, em que Brasil «está sem explorar» e tem «uma grande quantidade de recursos naturais e de tecnologia já que estão comprando intensamente maquinaria a empresas suecas, italianas e alemãs».
Os bens de equipe junto ao caráter latino do Brasil é, na opinião de Oliver, a chave de seu futuro êxito. «É mais fácil chegar a um entendimento com um brasileiro que com um chinês por razões culturais», assegura. Folgado, em referencia as empresas valencianas que foram tentadas fabricar na Ásia, acrescenta: «Já existiam muitos fracassos na aventura chinesa».
A chave para Folgado está, alem dos recursos, «Lula quer apoiar a madeira». Esse respaldo institucional converte o Brasil no lugar da moda para localizar-se nos próximos anos. Empresa como a sevilhana Acere Móvel já triunfou na edição passada da feira Habitat Valência vendendo seus móveis fabricados no Brasil e, segundo explicam Fevama, já existem «joint venture de empresas valencianas com brasileiras para fabricar móveis aí».
O 'Know how' europeu, segundo explicou Folgado, segue permitindo que na fabricação de móveis referente seja o velho continente. Contudo, referente a primeira transformação da madeira (madeireira e de conversão a bordo ou a folha) os principais fornecedores serão Brasil junto a Índia. «Quando se fala dos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) é como quando se fala dos PIGS (carne de porco em Inglês e as iniciais de Portugal, Itália, Grécia, Espanha). Não tudo é o mesmo. “A Espanha não é como a Grécia e Brasil e Índia não tem nada a ver com a Rússia, que arrasa seus recursos naturais ou com a China, que explora seus trabalhadores», afirmou Oliver.
Perigo Superado
O segundo fator para essa mudança é a desmistificação do gigante chinês. Folgado afirmou que o móvel chinês já não supõe ameaça alguma para a indústria valenciana tanto por parte do produtor como do consumidor. A respeito ao fornecimento de matérias primas o presidente da Fevama assegurou que a falta de fiabilidade que oferecem os fornecedores asiáticos desaconselham sua contratação. «O móvel chinês não tem serviço de post venda e os compradores se dão conta que não merecem a pena comprar seus produtos porque não tem qualidade», apontou Folgado.
O Instituto Tecnológico da Madeira, seu subdiretor José Manuel Boronat, acrescenta o problema logístico que tem a China: «os custos tem prejudicado, há dois anos, os câmbios de divisas que beneficiava pelo euro estava por encima de 1,50 dólares, mas esse câmbio unido ao encarecimento do Brent (durante 2008, especialmente) se prejudicou muito. O móvel chinês como um pêndulo, faz dois anos estavam em um extremo e agora está no outro. “Ao final não será nenhuma coisa nem outra».
Além de seus fatores, a exploração laboral das indústrias chinesas supõe uma vantagem em nível de custos laborais, mas levou a uma rejeição de produtos feitos que esteja crescendo a cada dia.
O terceiro fator que foi apontado foi à necessidade de esquecer que a mobília de Valência é clássica e foco nas linhas vanguardistas.
«Já não existem tantos mercados que peçam móveis clássicos e mobiliários modernos”, disse Folgado, afirmando ainda que o processo de mudança de um estilo para outro não é fácil, mas é necessário. "Um exemplo desta mudança é a CONFORTEC, uma empresa dedicada ao mobiliário clássico que agora triunfa com estilo jovem.
Esta empresa de Beniparrell vende por toda Europa alem de Israel, Arábia Saudita, México, Estados Unidos e Hong Kong, entre outros clientes distribuídos por todo o mundo. Unido a essa mudança de estilo promovido pela Fevama, Folgado insistiu nas necessidades de buscar alianças comerciais entre competidores para abrir novos mercados. «É necessário criar consórcios e mergulhar no mundo da internet e as novas tecnologias».
Todos esses conselhos se emolduram dentro de um panorama no que a móvel qualidade segue tendo sua cede na Europa sendo o líder mundial Itália, seguido pelos fabricantes espanhóis, franceses ou alemães e sem que os países emergentes haja desenvolvimento, ainda, uma indústria de transformação de móveis que ameaça a Europa.
O Brasil irá ser o novo líder mundial do móvel desbancando a China, que ficará com uma quota de mercado residual. Essa mudança supõe uma grande oportunidade para o setor valenciano da madeira que perde sua principal ameaça podendo ganhar um novo aliado, seja como fornecedor de matéria prima ou produzindo no Brasil.
Essa é a hipótese com a que trabalham os empresários da Comunidade Valenciana, segundo explicou Vicente Folgado, presidente da Fevama (patronal da madeira), em um ato organizado pela Real Sociedade Econômica dos Amigos do País que pronunciou uma conferencia titulada 'Estratégias para superar a crise na indústria da madeira y móvel: Inovação e sustentabilidade'. O auge do Brasil, a queda a da China, a necessidade de mudança na indústria valenciana e na maneira da mudança climática são questões que vão modificar o futuro desse setor nos próximos dez anos.
O primeiro fator dessa mudança na distribuição da quota de mercado da madeira- móvel está segundo José Vicente Oliver, professor da Universidade Politécnica de Valencia, em que Brasil «está sem explorar» e tem «uma grande quantidade de recursos naturais e de tecnologia já que estão comprando intensamente maquinaria a empresas suecas, italianas e alemãs».
Os bens de equipe junto ao caráter latino do Brasil é, na opinião de Oliver, a chave de seu futuro êxito. «É mais fácil chegar a um entendimento com um brasileiro que com um chinês por razões culturais», assegura. Folgado, em referencia as empresas valencianas que foram tentadas fabricar na Ásia, acrescenta: «Já existiam muitos fracassos na aventura chinesa».
A chave para Folgado está, alem dos recursos, «Lula quer apoiar a madeira». Esse respaldo institucional converte o Brasil no lugar da moda para localizar-se nos próximos anos. Empresa como a sevilhana Acere Móvel já triunfou na edição passada da feira Habitat Valência vendendo seus móveis fabricados no Brasil e, segundo explicam Fevama, já existem «joint venture de empresas valencianas com brasileiras para fabricar móveis aí».
O 'Know how' europeu, segundo explicou Folgado, segue permitindo que na fabricação de móveis referente seja o velho continente. Contudo, referente a primeira transformação da madeira (madeireira e de conversão a bordo ou a folha) os principais fornecedores serão Brasil junto a Índia. «Quando se fala dos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) é como quando se fala dos PIGS (carne de porco em Inglês e as iniciais de Portugal, Itália, Grécia, Espanha). Não tudo é o mesmo. “A Espanha não é como a Grécia e Brasil e Índia não tem nada a ver com a Rússia, que arrasa seus recursos naturais ou com a China, que explora seus trabalhadores», afirmou Oliver.
Perigo Superado
O segundo fator para essa mudança é a desmistificação do gigante chinês. Folgado afirmou que o móvel chinês já não supõe ameaça alguma para a indústria valenciana tanto por parte do produtor como do consumidor. A respeito ao fornecimento de matérias primas o presidente da Fevama assegurou que a falta de fiabilidade que oferecem os fornecedores asiáticos desaconselham sua contratação. «O móvel chinês não tem serviço de post venda e os compradores se dão conta que não merecem a pena comprar seus produtos porque não tem qualidade», apontou Folgado.
O Instituto Tecnológico da Madeira, seu subdiretor José Manuel Boronat, acrescenta o problema logístico que tem a China: «os custos tem prejudicado, há dois anos, os câmbios de divisas que beneficiava pelo euro estava por encima de 1,50 dólares, mas esse câmbio unido ao encarecimento do Brent (durante 2008, especialmente) se prejudicou muito. O móvel chinês como um pêndulo, faz dois anos estavam em um extremo e agora está no outro. “Ao final não será nenhuma coisa nem outra».
Além de seus fatores, a exploração laboral das indústrias chinesas supõe uma vantagem em nível de custos laborais, mas levou a uma rejeição de produtos feitos que esteja crescendo a cada dia.
O terceiro fator que foi apontado foi à necessidade de esquecer que a mobília de Valência é clássica e foco nas linhas vanguardistas.
«Já não existem tantos mercados que peçam móveis clássicos e mobiliários modernos”, disse Folgado, afirmando ainda que o processo de mudança de um estilo para outro não é fácil, mas é necessário. "Um exemplo desta mudança é a CONFORTEC, uma empresa dedicada ao mobiliário clássico que agora triunfa com estilo jovem.
Esta empresa de Beniparrell vende por toda Europa alem de Israel, Arábia Saudita, México, Estados Unidos e Hong Kong, entre outros clientes distribuídos por todo o mundo. Unido a essa mudança de estilo promovido pela Fevama, Folgado insistiu nas necessidades de buscar alianças comerciais entre competidores para abrir novos mercados. «É necessário criar consórcios e mergulhar no mundo da internet e as novas tecnologias».
Todos esses conselhos se emolduram dentro de um panorama no que a móvel qualidade segue tendo sua cede na Europa sendo o líder mundial Itália, seguido pelos fabricantes espanhóis, franceses ou alemães e sem que os países emergentes haja desenvolvimento, ainda, uma indústria de transformação de móveis que ameaça a Europa.
Fonte: Portal Moveleiro
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