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Notícias
08
mar
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Operação contra madeira ilegal multa mais de 60 construtoras pelo país
Construção civil é uma das maiores consumidoras de madeira amazônica. Total de material apreendido é suficiente para lotar mais de 45 caminhões.
Ação de fiscalização com foco no uso de madeira ilegal, realizada em 24 estados, resultou em multas para mais de 60 empresas do ramo de construção civil. O setor é um dos principais consumidores de madeira da Amazônia e a maioria das irregularidades encontradas é referente a espécies da região.
A ação, segundo explica o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, é uma de uma série de operações "pedagógicas" que devem acontecer este ano. Neste caso, o alvo da iniciativa para coibir a extração ilegal de madeira amazônica foi o mercado consumidor.
A fiscalização, que aconteceu no final de fevereiro e mobilizou 150 agentes do Ibama pelo país, se baseou em procedimento semelhante ao que ocorre nas madeireiras: os fiscais conferem o volume de madeira que há nos pátios das empresas com o total registrado no sistema DOF (documento de origem florestal), que controla a movimentação do material entre o produtor e o mercado final.
Mais de 300 empresas foram fiscalizadas, gerando 92 multas com valor total de R$ 2,4 milhão. Foram ainda apreendidos 1154 metros cúbicos de madeira, o suficiente para lotar mais de 45 caminhões.
Ação de fiscalização com foco no uso de madeira ilegal, realizada em 24 estados, resultou em multas para mais de 60 empresas do ramo de construção civil. O setor é um dos principais consumidores de madeira da Amazônia e a maioria das irregularidades encontradas é referente a espécies da região.
A ação, segundo explica o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, é uma de uma série de operações "pedagógicas" que devem acontecer este ano. Neste caso, o alvo da iniciativa para coibir a extração ilegal de madeira amazônica foi o mercado consumidor.
A fiscalização, que aconteceu no final de fevereiro e mobilizou 150 agentes do Ibama pelo país, se baseou em procedimento semelhante ao que ocorre nas madeireiras: os fiscais conferem o volume de madeira que há nos pátios das empresas com o total registrado no sistema DOF (documento de origem florestal), que controla a movimentação do material entre o produtor e o mercado final.
Mais de 300 empresas foram fiscalizadas, gerando 92 multas com valor total de R$ 2,4 milhão. Foram ainda apreendidos 1154 metros cúbicos de madeira, o suficiente para lotar mais de 45 caminhões.
Fonte: Globo Amazônia
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