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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Piracicaba é Cidade Amiga da Floresta Amazônica
Piracicaba, no interior de São Paulo, é a primeira “Cidade Amiga da Amazônia”, programa criado pelo Greenpeace, uma Organização não-Governamental (ONG) que há mais de vinte anos atua no Brasil. Para participar, a Prefeitura tem que adotar quatro tipos diferentes de controle no consumo de madeira, com destaque para a proibição total no uso do mogno, espécie em extinção.
O coordenador político do programa “Cidades Amigas da Amazônia”, Gustavo Vieira, em entrevista hoje ao “Revista Amazônia”, na Rádio Nacional da Amazônia, explicou que o trabalho está começando pelo interior de São Paulo justamente porque ali estão “os maiores destruidores da nossa floresta’. A região consome 25 por cento da madeira amazônica, nem sempre olhando a origem legal da mesma.
Além de Piracicaba, que já assinou o termo de compromisso, a próxima será Botucatu. Também manifestaram interesse as Prefeituras de Bauru, Campinas e São José dos Campos. A primeira atitude, depois do protocolo inicial, é mandar um Projeto de Lei para a Câmara de vereadores “mudando completamente o modo de ver a questão de compra e uso de madeira em todas as obras do município”.
Segundo o coordenador, um modelo deste projeto é enviado à Prefeitura interessada em participar do programa e tão logo ele seja aprovado, o Greenpeace fornece o diploma “Cidade Amiga da Amazônia” e coloca o nome na rede mundial de administradores municipais que lutam em defesa das florestas primárias. Somente na Comunidade Européia, são mais de 300 Prefeituras já incluídas.
A identificação legal da origem da madeira é outro ponto considerado importante pelo coordenador do programa. Ele garante que a Prefeitura que participar terá que aceitar somente madeira retirada através do “manejo florestal sustentável”. Gustavo Vieira acha que com isso haverá uma “fiscalização dupla”, lembrando que o Ibama tem um “trabalho difícil na Amazônia grande com fiscais que nem tanto”.
Com o programa, o coordenador do Greenpeace espera que se possa combater melhor a exploração ilegal e predatória da madeira amazônica que, segundo ele, “hoje é a regra do mercado e não a exceção que precisa ser adotada porque existe mercado para a madeira produzida de forma sustentável”. Este, segundo ele, é o principal recado que os madeireiros precisam entender.
Fonte: Agência Brasil - 21/04/2004
O coordenador político do programa “Cidades Amigas da Amazônia”, Gustavo Vieira, em entrevista hoje ao “Revista Amazônia”, na Rádio Nacional da Amazônia, explicou que o trabalho está começando pelo interior de São Paulo justamente porque ali estão “os maiores destruidores da nossa floresta’. A região consome 25 por cento da madeira amazônica, nem sempre olhando a origem legal da mesma.
Além de Piracicaba, que já assinou o termo de compromisso, a próxima será Botucatu. Também manifestaram interesse as Prefeituras de Bauru, Campinas e São José dos Campos. A primeira atitude, depois do protocolo inicial, é mandar um Projeto de Lei para a Câmara de vereadores “mudando completamente o modo de ver a questão de compra e uso de madeira em todas as obras do município”.
Segundo o coordenador, um modelo deste projeto é enviado à Prefeitura interessada em participar do programa e tão logo ele seja aprovado, o Greenpeace fornece o diploma “Cidade Amiga da Amazônia” e coloca o nome na rede mundial de administradores municipais que lutam em defesa das florestas primárias. Somente na Comunidade Européia, são mais de 300 Prefeituras já incluídas.
A identificação legal da origem da madeira é outro ponto considerado importante pelo coordenador do programa. Ele garante que a Prefeitura que participar terá que aceitar somente madeira retirada através do “manejo florestal sustentável”. Gustavo Vieira acha que com isso haverá uma “fiscalização dupla”, lembrando que o Ibama tem um “trabalho difícil na Amazônia grande com fiscais que nem tanto”.
Com o programa, o coordenador do Greenpeace espera que se possa combater melhor a exploração ilegal e predatória da madeira amazônica que, segundo ele, “hoje é a regra do mercado e não a exceção que precisa ser adotada porque existe mercado para a madeira produzida de forma sustentável”. Este, segundo ele, é o principal recado que os madeireiros precisam entender.
Fonte: Agência Brasil - 21/04/2004
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