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Notícias
08
mar
2010
(CARBONO)
Anunciado primeiro projeto de MDL florestal de grande escala na África
Uma nova iniciativa que pretende trazer benefícios ambientais e financeiros para comunidades na Etiópia foi anunciada nesta quinta-feira (4) em paralelo ao Fórum de Carbono Africano.
O Projeto de Regeneração Natural Assistida Humbo é o primeiro de grande escala africano a ser registrado sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto e deve absorver cerca de 880 mil toneladas métricas de dióxido de carbono nos próximos 30 anos.
O projeto foi concebido pela agência de desenvolvimento internacional World Vision em parceria com o Banco Mundial.
“Apesar da renda proveniente dos créditos de carbono ser um bônus bem vindo, outros benefícios tangíveis do projeto vem da construção da resiliência contra as mudanças climáticas”, explicou o CEO da World Vision AustráliaTim Costello.
Desde 2007 mais de 2,7 mil hectares de terras degradadas foram restaurados em Humbo, no sudoeste da Etiópia, gerando 338 mil toneladas em créditos de carbono até 2017 dos quais 165 mil serão comprados pelo BioCarbon Fund do Banco Mundial. Este fundo compra reduções de emissão de projetos florestais dentro e fora do contexto do MDL, como os créditos gerados pelo mecanismo de REDD.
A venda dos créditos sob o BioCarbon Fund fornecerá um fonte de renda de mais de US$ 700 mil para as comunidades locais ao longo de no mínimo dez anos, além da possibilidade de venda do restante dos créditos.
Atualmente a África abriga cerca de 2% de todos os projetos registrados sob o MDL. Grande parte das 80 milhões de pessoas na Etiópia depende da agricultura para sobreviver, o equivalente a 50% do PIB e 80% dos postos de trabalho.
O Projeto de Regeneração Natural Assistida Humbo é o primeiro de grande escala africano a ser registrado sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto e deve absorver cerca de 880 mil toneladas métricas de dióxido de carbono nos próximos 30 anos.
O projeto foi concebido pela agência de desenvolvimento internacional World Vision em parceria com o Banco Mundial.
“Apesar da renda proveniente dos créditos de carbono ser um bônus bem vindo, outros benefícios tangíveis do projeto vem da construção da resiliência contra as mudanças climáticas”, explicou o CEO da World Vision AustráliaTim Costello.
Desde 2007 mais de 2,7 mil hectares de terras degradadas foram restaurados em Humbo, no sudoeste da Etiópia, gerando 338 mil toneladas em créditos de carbono até 2017 dos quais 165 mil serão comprados pelo BioCarbon Fund do Banco Mundial. Este fundo compra reduções de emissão de projetos florestais dentro e fora do contexto do MDL, como os créditos gerados pelo mecanismo de REDD.
A venda dos créditos sob o BioCarbon Fund fornecerá um fonte de renda de mais de US$ 700 mil para as comunidades locais ao longo de no mínimo dez anos, além da possibilidade de venda do restante dos créditos.
Atualmente a África abriga cerca de 2% de todos os projetos registrados sob o MDL. Grande parte das 80 milhões de pessoas na Etiópia depende da agricultura para sobreviver, o equivalente a 50% do PIB e 80% dos postos de trabalho.
Fonte: Carbono Brasil
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