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Notícias
08
mar
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Com projeto complexo, Pöyry constrói maior fábrica de celulose do mundo
A fábrica da Fibria, em Três Lagoas, completou um ano de operação com marca de produção de um milhão de toneladas de celulose.
A Fibria atingiu na semana a marca de um milhão de toneladas de celulose, montante produzido desde o início da operação da fábrica, em março do ano passado. Considerada a maior fábrica de celulose do mundo em uma única linha, a companhia, instalada em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, é resultado de um trabalho inovador.
O projeto de engenharia e gerenciamento da obra da nova fábrica da Fibria ficou a cargo da Pöyry, multinacional da área de consultoria e engenharia, originária na Finlândia. “Este foi o maior projeto do grupo no Brasil e é de grande complexidade porque abriga várias fábricas interligadas”, explica o vice-presidente da Pöyry, Carlos Farinha.
Apesar da complexidade do projeto, a fábrica foi construída dentro do prazo previsto de 23 meses, inclusive com antecipação de 22 dias. Com apenas 11 meses desde o início de sua atividade, atingiu 95% da sua capacidade nominal de 1,3 milhão. “A fábrica é integrada com uma planta da International Paper, produtora de papel. Desta forma, a planta da Fibria tinha que entrar em funcionamento antes, por isso todo o projeto nasceu estruturado nos prazos”, complementa o gerente do empreendimento pela Pöyry Tecnologia, Pedro Romano.
Segundo Farinha, o plano de construir a maior fábrica de celulose do mundo surgiu em um momento de economia aquecida, o que exigiu da Pöyry uma grande capacidade de gerenciamento e adaptação às demandas. Durante a implantação da nova fábrica, a Pöyry contou com aproximadamente 200 colaboradores próprios dedicados integralmente ao projeto, sendo 130 alocados à obra em Três Lagoas e gerenciou cerca de 10 mil trabalhadores no auge do empreendimento.
A Pöyry participou desde os estudos de viabilidade de instalação da nova planta à engenharia básica, detalhada, obras de infraestrutura, BOP, atividades de procura e compra, além da garantia da segurança e qualidade.
O gerenciamento geral do empreendimento também esteve a cargo da companhia filandesa. “O segredo do sucesso da nova planta da Fibria/MS foi o trabalho em equipe e o comprometimento de todas as partes envolvidas no desenvolvimento do projeto”, afirma Romano. Ele explica que o andamento do projeto era acompanhado mensalmente, visando tomar ações corretivas para sanar problemas.
Sustentabilidade
Fundado na Finlândia em 1958, o Grupo Pöyry atua em 50 países, nas áreas de energia, indústria, urbanismo e transporte, água e meio ambiente e consultoria em gerenciamento. Em média, 17 mil projetos ao ano são desenvolvidos nas áreas de consultoria, engenharia e implantação.
No Brasil, a Pöyry vem atuando há mais de 35 anos, focando no fornecimento de conhecimento, soluções e serviços especializados. Atualmente, o grupo conta com mais de 400 colaboradores no País e atende mais de 50 diferentes clientes de diversos setores.
“Após uma organização societária, tivemos um boom de projetos e nos dedicamos à área de celulose e papel”, conta Carlos Farinha, vice-presidente da Pöyry, que também está desenvolvendo projetos para a Alcoa, do segmento de mineração, na área de energias renováveis, além do Metrô de São Paulo.
Depois de um ano de crise, que levou ao cancelamento ou adiamento de projetos e investimentos na área de celulose e papel, para 2010, as perspectivas são boas. “Felizmente, está havendo uma retomada dos investimentos. Estamos vendo o ano de forma positiva, como um momento de equacionar problemas para que os empreendimentos aconteçam”, acredita Carlos Farinha.
Entre as metas, o grupo, segundo destacou seu vice-presidente, pretende se tornar líder no conceito de sustentabilidade dos projetos. “Esta meta está de acordo com nossa missão social”, diz. No projeto desenvolvimento para a Fibria, as questões ambientais e sociais também foram diretrizes. O projeto contemplou não só a geração de emissões, mas também o impacto social da fábrica na região de Três Lagoas, nos biomas do contorno. “O trabalho foi feito de forma cuidadosa, atendendo a normas internacionais”, ressaltou Carlos Farinha.
No aspecto social, ele lembra que a cidade de Três Lagoas era considerada um foco transmissor da dengue o que trazia riscos ao projeto da fábrica. “Para isso, foi feito um trabalho da Fibria, juntamente com a Prefeitura Municipal, utilizando modernas tecnologias para combater o mosquito”.
A Fibria atingiu na semana a marca de um milhão de toneladas de celulose, montante produzido desde o início da operação da fábrica, em março do ano passado. Considerada a maior fábrica de celulose do mundo em uma única linha, a companhia, instalada em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, é resultado de um trabalho inovador.
O projeto de engenharia e gerenciamento da obra da nova fábrica da Fibria ficou a cargo da Pöyry, multinacional da área de consultoria e engenharia, originária na Finlândia. “Este foi o maior projeto do grupo no Brasil e é de grande complexidade porque abriga várias fábricas interligadas”, explica o vice-presidente da Pöyry, Carlos Farinha.
Apesar da complexidade do projeto, a fábrica foi construída dentro do prazo previsto de 23 meses, inclusive com antecipação de 22 dias. Com apenas 11 meses desde o início de sua atividade, atingiu 95% da sua capacidade nominal de 1,3 milhão. “A fábrica é integrada com uma planta da International Paper, produtora de papel. Desta forma, a planta da Fibria tinha que entrar em funcionamento antes, por isso todo o projeto nasceu estruturado nos prazos”, complementa o gerente do empreendimento pela Pöyry Tecnologia, Pedro Romano.
Segundo Farinha, o plano de construir a maior fábrica de celulose do mundo surgiu em um momento de economia aquecida, o que exigiu da Pöyry uma grande capacidade de gerenciamento e adaptação às demandas. Durante a implantação da nova fábrica, a Pöyry contou com aproximadamente 200 colaboradores próprios dedicados integralmente ao projeto, sendo 130 alocados à obra em Três Lagoas e gerenciou cerca de 10 mil trabalhadores no auge do empreendimento.
A Pöyry participou desde os estudos de viabilidade de instalação da nova planta à engenharia básica, detalhada, obras de infraestrutura, BOP, atividades de procura e compra, além da garantia da segurança e qualidade.
O gerenciamento geral do empreendimento também esteve a cargo da companhia filandesa. “O segredo do sucesso da nova planta da Fibria/MS foi o trabalho em equipe e o comprometimento de todas as partes envolvidas no desenvolvimento do projeto”, afirma Romano. Ele explica que o andamento do projeto era acompanhado mensalmente, visando tomar ações corretivas para sanar problemas.
Sustentabilidade
Fundado na Finlândia em 1958, o Grupo Pöyry atua em 50 países, nas áreas de energia, indústria, urbanismo e transporte, água e meio ambiente e consultoria em gerenciamento. Em média, 17 mil projetos ao ano são desenvolvidos nas áreas de consultoria, engenharia e implantação.
No Brasil, a Pöyry vem atuando há mais de 35 anos, focando no fornecimento de conhecimento, soluções e serviços especializados. Atualmente, o grupo conta com mais de 400 colaboradores no País e atende mais de 50 diferentes clientes de diversos setores.
“Após uma organização societária, tivemos um boom de projetos e nos dedicamos à área de celulose e papel”, conta Carlos Farinha, vice-presidente da Pöyry, que também está desenvolvendo projetos para a Alcoa, do segmento de mineração, na área de energias renováveis, além do Metrô de São Paulo.
Depois de um ano de crise, que levou ao cancelamento ou adiamento de projetos e investimentos na área de celulose e papel, para 2010, as perspectivas são boas. “Felizmente, está havendo uma retomada dos investimentos. Estamos vendo o ano de forma positiva, como um momento de equacionar problemas para que os empreendimentos aconteçam”, acredita Carlos Farinha.
Entre as metas, o grupo, segundo destacou seu vice-presidente, pretende se tornar líder no conceito de sustentabilidade dos projetos. “Esta meta está de acordo com nossa missão social”, diz. No projeto desenvolvimento para a Fibria, as questões ambientais e sociais também foram diretrizes. O projeto contemplou não só a geração de emissões, mas também o impacto social da fábrica na região de Três Lagoas, nos biomas do contorno. “O trabalho foi feito de forma cuidadosa, atendendo a normas internacionais”, ressaltou Carlos Farinha.
No aspecto social, ele lembra que a cidade de Três Lagoas era considerada um foco transmissor da dengue o que trazia riscos ao projeto da fábrica. “Para isso, foi feito um trabalho da Fibria, juntamente com a Prefeitura Municipal, utilizando modernas tecnologias para combater o mosquito”.
Fonte: Celulose Online
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