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Notícias
05
mar
2010
(SETOR FLORESTAL)
Mercado de produtos florestais mais promissor em 2010
O ano de 2010 começa trazendo um ânimo maior para os negócios do setor florestal brasileiro. O mercado internacional e o mercado interno, após a queda em 2009, apresentam-se agora mais promissores, segundo previsões.
No cenário interno, o otimismo dos industriais brasileiros em janeiro é o maior dos últimos 11 anos, conforme aponta o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Todos os setores pesquisados apresentaram índices superiores a 60 pontos (valores abaixo de 50 indicam falta de confiança e, acima disso, otimismo).
O indicador geral de janeiro de 2010 alcançou 68,7 pontos, uma alta de 21,3 pontos em relação a janeiro do ano passado, quando, atingida pela crise internacional, a confiança do empresário era de 47,9 pontos. A economia está saindo da crise, o que aumenta o otimismo. Além disso, em janeiro o índice é sempre mais elevado, pois no início do ano os empresários estão mais confiantes, avalia Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI. Especificamente em janeiro de 2010, o indicador atingiu 67,7 pontos na indústria de transformação, 65,2 pontos na indústria extrativa e 68,9 pontos na construção civil, confirmando o otimismo presente no setor de base florestal.
No cenário internacional, antes da crise financeira se instalar, o valor total de negócios de produtos florestais comercializados mundialmente alcançou em 2007 cerca de US$ 207 bilhões (Faostat, 2008).
No entanto, os efeitos da crise em 2008 e 2009 influenciaram significativamente o desempenho do mercado global de produtos em geral e também dos produtos florestais.
A recuperação econômica do final de 2009, nos países mais afetados pela crise, somada ao crescimento das economias dos países menos afetados, como China (crescimento do PIB de mais de 8%) e Brasil, mostra um cenário promissor para o ano de 2010. Previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento da economia mundial, para 2010, variando de 0,3% a 9%, dependendo das regiões do mundo.
Com estas previsões, espera-se que o mercado de exportação, particularmente no que se refere aos produtos florestais industrializados, cresça em torno de 1,5%. A perspectiva é tímida, mas significativa em face à produção global de madeira estimada para 2010 em 5,7 bilhões de m³ (75% da produção provém da Ásia, América do Norte e Europa).
Setor de papel e celulose se mostra mais favorável
Apesar dos efeitos da crise financeira internacional no segmento brasileiro de celulose e papel, a produção nacional de celulose cresceu 6%, em 2009, e as exportações 16,9%. Porém, houve queda de 15,4% nas receitas de exportações devido à redução dos preços internacionais.
No caso do papel, as exportações e a produção em 2009 foram similares às de 2008, segundo dados apresentados pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). No início de 2010, o mercado para celulose e papel vem se apresentando favorável.
Os preços nos Estados Unidos e na Europa, que são divulgados pela empresa finlandesa FOEX e utilizados como referência pelos investidores, estão em alta. Em janeiro, os preços da celulose de fibra curta e de fibra longa na Europa aumentaram cerca de 8% em relação a dezembro de 2009.
Nos Estados Unidos, o aumento de preços da celulose foi de aproximadamente 4% no mesmo período. Para os papéis A4, revestido para revista e de embalagem, o preço em janeiro ficou constante em relação a dezembro de 2009.
A expectativa é de que os preços continuem crescentes em 2010, devido à retomada do crescimento das economias brasileira e internacional. Estão sendo previstos novos investimentos no segmento até 2013 pelas empresas Bahia Pulp, Fibria, Cenibra, MP Papéis e Portucel
No cenário interno, o otimismo dos industriais brasileiros em janeiro é o maior dos últimos 11 anos, conforme aponta o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Todos os setores pesquisados apresentaram índices superiores a 60 pontos (valores abaixo de 50 indicam falta de confiança e, acima disso, otimismo).
O indicador geral de janeiro de 2010 alcançou 68,7 pontos, uma alta de 21,3 pontos em relação a janeiro do ano passado, quando, atingida pela crise internacional, a confiança do empresário era de 47,9 pontos. A economia está saindo da crise, o que aumenta o otimismo. Além disso, em janeiro o índice é sempre mais elevado, pois no início do ano os empresários estão mais confiantes, avalia Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI. Especificamente em janeiro de 2010, o indicador atingiu 67,7 pontos na indústria de transformação, 65,2 pontos na indústria extrativa e 68,9 pontos na construção civil, confirmando o otimismo presente no setor de base florestal.
No cenário internacional, antes da crise financeira se instalar, o valor total de negócios de produtos florestais comercializados mundialmente alcançou em 2007 cerca de US$ 207 bilhões (Faostat, 2008).
No entanto, os efeitos da crise em 2008 e 2009 influenciaram significativamente o desempenho do mercado global de produtos em geral e também dos produtos florestais.
A recuperação econômica do final de 2009, nos países mais afetados pela crise, somada ao crescimento das economias dos países menos afetados, como China (crescimento do PIB de mais de 8%) e Brasil, mostra um cenário promissor para o ano de 2010. Previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento da economia mundial, para 2010, variando de 0,3% a 9%, dependendo das regiões do mundo.
Com estas previsões, espera-se que o mercado de exportação, particularmente no que se refere aos produtos florestais industrializados, cresça em torno de 1,5%. A perspectiva é tímida, mas significativa em face à produção global de madeira estimada para 2010 em 5,7 bilhões de m³ (75% da produção provém da Ásia, América do Norte e Europa).
Setor de papel e celulose se mostra mais favorável
Apesar dos efeitos da crise financeira internacional no segmento brasileiro de celulose e papel, a produção nacional de celulose cresceu 6%, em 2009, e as exportações 16,9%. Porém, houve queda de 15,4% nas receitas de exportações devido à redução dos preços internacionais.
No caso do papel, as exportações e a produção em 2009 foram similares às de 2008, segundo dados apresentados pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). No início de 2010, o mercado para celulose e papel vem se apresentando favorável.
Os preços nos Estados Unidos e na Europa, que são divulgados pela empresa finlandesa FOEX e utilizados como referência pelos investidores, estão em alta. Em janeiro, os preços da celulose de fibra curta e de fibra longa na Europa aumentaram cerca de 8% em relação a dezembro de 2009.
Nos Estados Unidos, o aumento de preços da celulose foi de aproximadamente 4% no mesmo período. Para os papéis A4, revestido para revista e de embalagem, o preço em janeiro ficou constante em relação a dezembro de 2009.
A expectativa é de que os preços continuem crescentes em 2010, devido à retomada do crescimento das economias brasileira e internacional. Estão sendo previstos novos investimentos no segmento até 2013 pelas empresas Bahia Pulp, Fibria, Cenibra, MP Papéis e Portucel
Fonte: Correio Lageano
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