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Notícias
04
mar
2010
(IBAMA)
Cerco à construção civil
Operação do Ibama realiza ação em 19 Estados.
Uma operação denominada Térmitas (diga-se, grupo científico que designa os cupins), do Ibama, teve um destino certo: fiscalizar a origem da madeira amazônica consumida na construção civil. Até o momento já foram emitidos mais de R$ 1,48 milhão em multas e 82 autos de infração (entre 212 construtoras), em 19 Estados da Federação.
Durante a fiscalização (acordada no Plano Nacional Anual de Proteção Ambiental - Pnapa, previsto no Regulamento Interno da Fiscalização - RIF do Ibama), foram exigidos das construtoras três documentos: a apresentação do CTF da empresa, o DOF ou GF da madeira utilizada nas obras e as respectivas notas fiscais visando analisar o consumo da construtora.
Sabe-se hoje que 80% da produção de madeira do bioma amazônico é destinada ao mercado interno e para a construção civil. As regiões Sul e Sudeste do País são as maiores consumidoras do produto. O objetivo da operação é justamente mostrar ao público e às próprias construtoras a necessidade de controle da origem da madeira amazônica consumida.
Uma operação denominada Térmitas (diga-se, grupo científico que designa os cupins), do Ibama, teve um destino certo: fiscalizar a origem da madeira amazônica consumida na construção civil. Até o momento já foram emitidos mais de R$ 1,48 milhão em multas e 82 autos de infração (entre 212 construtoras), em 19 Estados da Federação.
Durante a fiscalização (acordada no Plano Nacional Anual de Proteção Ambiental - Pnapa, previsto no Regulamento Interno da Fiscalização - RIF do Ibama), foram exigidos das construtoras três documentos: a apresentação do CTF da empresa, o DOF ou GF da madeira utilizada nas obras e as respectivas notas fiscais visando analisar o consumo da construtora.
Sabe-se hoje que 80% da produção de madeira do bioma amazônico é destinada ao mercado interno e para a construção civil. As regiões Sul e Sudeste do País são as maiores consumidoras do produto. O objetivo da operação é justamente mostrar ao público e às próprias construtoras a necessidade de controle da origem da madeira amazônica consumida.
Fonte: Ibama
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