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Notícias
02
mar
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Terremoto suspende produção de papel e celulose no Chile
A Arauco, maior fabricante de celulose do Chile, suspendeu parcialmente sua produção.
A Norske Skog paralisou a linha de produção da fábrica onde produz 130 mil toneladas de papel-jornal. O terremoto não provocou vítimas na fábrica que emprega 240 pessoas, informou a empresa de origem norueguesa.
A empresa disse que a operação ficará suspensa por um período. "Não é possível dar maiores detalhes sobre o status físico das operações", disse a empresa.
A Arauco, maior fabricante de celulose do Chile, também suspendeu parcialmente sua produção. Duas unidades, afetadas pelo terremoto, tiveram sua produção paralisada, segundo relatos obtidos por analistas. A CMPC informou que suas fábricas não sofreram com o impacto, também conforme os analistas.
As empresas não deram informações oficiais sobre o impacto do terremoto em suas instalações.
As fábricas foram construídas com sistemas contra abalos sísmicos, lembrou a analista Debbie Bobovnikova, do JP Morgan, em nota aos clientes. No entanto, ela mesmo alerta para o fato de que os estragos na infraestrutura logística poderão ser tão desafiadores como eventuais impactos nas fábricas.
A Arauco e a CMPC possuem capacidade de produção de 5 milhões de toneladas por ano, o que significa algo ao redor de 8% da produção global de celulose vendida no mercado - uma especialidade dos produtores brasileiros, como a Fibria e a Suzano Pape e Celulose.
A Norske Skog paralisou a linha de produção da fábrica onde produz 130 mil toneladas de papel-jornal. O terremoto não provocou vítimas na fábrica que emprega 240 pessoas, informou a empresa de origem norueguesa.
A empresa disse que a operação ficará suspensa por um período. "Não é possível dar maiores detalhes sobre o status físico das operações", disse a empresa.
A Arauco, maior fabricante de celulose do Chile, também suspendeu parcialmente sua produção. Duas unidades, afetadas pelo terremoto, tiveram sua produção paralisada, segundo relatos obtidos por analistas. A CMPC informou que suas fábricas não sofreram com o impacto, também conforme os analistas.
As empresas não deram informações oficiais sobre o impacto do terremoto em suas instalações.
As fábricas foram construídas com sistemas contra abalos sísmicos, lembrou a analista Debbie Bobovnikova, do JP Morgan, em nota aos clientes. No entanto, ela mesmo alerta para o fato de que os estragos na infraestrutura logística poderão ser tão desafiadores como eventuais impactos nas fábricas.
A Arauco e a CMPC possuem capacidade de produção de 5 milhões de toneladas por ano, o que significa algo ao redor de 8% da produção global de celulose vendida no mercado - uma especialidade dos produtores brasileiros, como a Fibria e a Suzano Pape e Celulose.
Fonte: IG São Paulo/Celulose Online
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