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Notícias
17
fev
2010
(MEIO AMBIENTE)
Relatório Pegada Ecológica Florestal 2009 é divulgado
35 empresas em todo o mundo participaram. No Brasil, a Fibria é um dos destaques.
A Global Canopy Foundation, instituição sem fins lucrativos com sede na Inglaterra, divulgou na semana passada a versão 2009 do Relatório Anual da Pegada Florestal.
A pesquisa envolveu 117 empresas em todo o mundo – entre elas 19 brasileiras. Mas apenas 35 empresas participaram. As brasileiras que responderam aos questionários do estudo são o grupo Independência, no setor agropecuário, e a Fibria, empresa formada com a união da Aracruz Celulose e da Votorantim Celulose e Papel.
Com essa ação, a idea é tentar mapear o impacto ambiental florestal de empresa de diversos setores. A metodologia analisa o uso de commodities que têm – ou podem ter – risco de impacto nas florestas mundiais: óleo de palma (ou dendê), madeira, soja, carne e biocombustíveis.
Entre os setores analisados estão materiais do setor primário; produtos alimentícios e bebidas não-alcoólicas; óleo e gás; agricultura e pesca; produtos para cuidado pessoal e da casa; varejo de alimentação e remédios; indústria e autos; varejo de outros produtos; outros setores de consumo e setor de utilidades.
Uma análise da pecuária no Brasil também fez parte do relatório. O setor, embora descrito como o maior exportador de carne mundial, teve problemas de impacto por conta da perda de florestas.
A Global Canopy Foundation, instituição sem fins lucrativos com sede na Inglaterra, divulgou na semana passada a versão 2009 do Relatório Anual da Pegada Florestal.
A pesquisa envolveu 117 empresas em todo o mundo – entre elas 19 brasileiras. Mas apenas 35 empresas participaram. As brasileiras que responderam aos questionários do estudo são o grupo Independência, no setor agropecuário, e a Fibria, empresa formada com a união da Aracruz Celulose e da Votorantim Celulose e Papel.
Com essa ação, a idea é tentar mapear o impacto ambiental florestal de empresa de diversos setores. A metodologia analisa o uso de commodities que têm – ou podem ter – risco de impacto nas florestas mundiais: óleo de palma (ou dendê), madeira, soja, carne e biocombustíveis.
Entre os setores analisados estão materiais do setor primário; produtos alimentícios e bebidas não-alcoólicas; óleo e gás; agricultura e pesca; produtos para cuidado pessoal e da casa; varejo de alimentação e remédios; indústria e autos; varejo de outros produtos; outros setores de consumo e setor de utilidades.
Uma análise da pecuária no Brasil também fez parte do relatório. O setor, embora descrito como o maior exportador de carne mundial, teve problemas de impacto por conta da perda de florestas.
Fonte: O Estado de São Paulo/Celulose Online
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