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Notícias
17
fev
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Ibama autoriza exploração de madeira na Flona Tapajós Verde no Pará
Uma semana depois da publicação de uma denúncia de extração de madeira ilegal na Floresta Nacional do Tapajós (Flona) pelo Jornal O Impacto, o responsável técnico da Cooperativa Flona Tapajós Verde, Edson Márcio Araújo da Cruz, em contato com nossa redação, garantiu que o produto florestal está sendo retirado de forma legal e com autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de dentro da reserva da União, localizada na rodovia Santarém-Cuiabá (BR-163), quilômetro 83, Belterra, Oeste do Pará.
A ação que pode ser ilegal, recebeu críticas da Coordenação de Gestão Socioambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade (ICMBIO), que inclusive se manifestou contra a criação de possíveis reservas indígenas dentro da Flona. As pretensas reservas indígenas de Marituba e Bragança serviriam como incentivo para a extração de madeira ilegal, segundo integrantes do ICMBIO.
Mais adiante, os coordenadores do ICMBIO, afirmam que as áreas da Gleba Nova Olinda I, em Santarém e Resex Renascer, em Prainha, seriam locais onde se tornou crescente e difícil de ser controlada, a extração de madeira ilegal, por conta da falta de informação precisa que as autoridades que lidam com o meio Ambiente não possuírem sobre as duas áreas.
Depois da matéria divulgada na edição passada do jornal O Impacto, a direção do Ibama de Santarém reagiu: Um documento assinado pela gerente executiva do Ibama, Poliana Mary Magalhães Nunes, mostra que a Autorização 1502.2.2009.00004, libera um Plano de Manejo Florestal, numa área de 692,500 hectares, a extração das espécies cedroarana, fava-amargosa, garapeira, ipê, itaúba, jatobá, jarana, jutai-mirim, louro-preto, maçaranduba, louro-rosa, muiracatiara, sapucaia, sucupira, tauari, tucupi, ucuúba, entre outras árvores.
O documento mostra, ainda, a liberação de beneficiamento de 20.181,105 metros cúbicos de toras de madeira, assim como 678,622 metros cúbicos de resíduos do produto de origem florestal extraído de dentro da Flona. Uma situação controversa onde autoridades do Ibama liberam madeiras, enquanto ONGs ligadas à conservação do Meio Ambiente fazem severas críticas.
A ação que pode ser ilegal, recebeu críticas da Coordenação de Gestão Socioambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade (ICMBIO), que inclusive se manifestou contra a criação de possíveis reservas indígenas dentro da Flona. As pretensas reservas indígenas de Marituba e Bragança serviriam como incentivo para a extração de madeira ilegal, segundo integrantes do ICMBIO.
Mais adiante, os coordenadores do ICMBIO, afirmam que as áreas da Gleba Nova Olinda I, em Santarém e Resex Renascer, em Prainha, seriam locais onde se tornou crescente e difícil de ser controlada, a extração de madeira ilegal, por conta da falta de informação precisa que as autoridades que lidam com o meio Ambiente não possuírem sobre as duas áreas.
Depois da matéria divulgada na edição passada do jornal O Impacto, a direção do Ibama de Santarém reagiu: Um documento assinado pela gerente executiva do Ibama, Poliana Mary Magalhães Nunes, mostra que a Autorização 1502.2.2009.00004, libera um Plano de Manejo Florestal, numa área de 692,500 hectares, a extração das espécies cedroarana, fava-amargosa, garapeira, ipê, itaúba, jatobá, jarana, jutai-mirim, louro-preto, maçaranduba, louro-rosa, muiracatiara, sapucaia, sucupira, tauari, tucupi, ucuúba, entre outras árvores.
O documento mostra, ainda, a liberação de beneficiamento de 20.181,105 metros cúbicos de toras de madeira, assim como 678,622 metros cúbicos de resíduos do produto de origem florestal extraído de dentro da Flona. Uma situação controversa onde autoridades do Ibama liberam madeiras, enquanto ONGs ligadas à conservação do Meio Ambiente fazem severas críticas.
Fonte: O Impacto
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