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Notícias
11
fev
2010
(COMÉRCIO EXTERIOR)
ONU critica controle de exportação de madeira da Amazônia
A ONU aperta o cerco contra a exportação ilegal de madeira da Amazônia e aponta que a moratória imposta pelo Ibama não está funcionando. A Convenção sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (conhecida por sua sigla em inglês, "Cites") vai propor um debate sobre a exportação de mogno de toda a Amazônia.
“Ninguém sabe exatamente hoje quanto é exportado da região nem se as vendas saem de regiões certificadas”, afirmou o porta-voz da Convenção, Juan Carlos Vazques.
O principal foco de atenção da reunião que começou ontem é a exportação de mogno do Peru. Mas a situação é preocupante em toda a região. Segundo a entidade, a moratória imposta pelo Brasil na exportação da madeira está sendo violada graças a autorizações dadas pela Justiça. Além disso, problemas registrados em outros países da região apontam que o sistema não estaria funcionando.
“O atual sistema de verificação da origem da madeira está sendo considerado como insuficiente e não dá credibilidade”, afirmou a entidade, em um comunicado divulgado em Genebra.
O grupo pede que novos sistemas de verificação sejam desenvolvidos para garantir que o corte seja sustentável e que o comércio seja legal.
“Ninguém sabe exatamente hoje quanto é exportado da região nem se as vendas saem de regiões certificadas”, afirmou o porta-voz da Convenção, Juan Carlos Vazques.
O principal foco de atenção da reunião que começou ontem é a exportação de mogno do Peru. Mas a situação é preocupante em toda a região. Segundo a entidade, a moratória imposta pelo Brasil na exportação da madeira está sendo violada graças a autorizações dadas pela Justiça. Além disso, problemas registrados em outros países da região apontam que o sistema não estaria funcionando.
“O atual sistema de verificação da origem da madeira está sendo considerado como insuficiente e não dá credibilidade”, afirmou a entidade, em um comunicado divulgado em Genebra.
O grupo pede que novos sistemas de verificação sejam desenvolvidos para garantir que o corte seja sustentável e que o comércio seja legal.
Fonte: Portalaz
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