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Notícias
22
nov
2005
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Resíduos industriais para construção de estradas
Pesquisadores mostram que os resíduos aumentam a estabilidade do solo e são mais resistentes à compressão, chegando a apresentar características superiores aos materiais utilizados tradicionalmente.
Segundo dados de 1995 da Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes, existem, no Brasil, 1,5 milhão de quilômetros de estradas de terra (vicinais), e 148.750 km de estradas pavimentadas pelos poderes públicos federais, estaduais e municipais, o que corresponde a 9% do total da rede.
Uma das principais causas para a pequena quantidade de estradas é a falta de solos com características apropriadas para a sua construção. Esse problema faz com que a busca por materiais alternativos para a construção rodoviária aumente.
Por isso, pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa e da Universidade Federal de Ouro Preto resolveram analisar um desses materiais alternativos - o Grits, resíduo sólido industrial oriundo do processo de produção da celulose.
De acordo com artigo publicado na edição de julho/agosto de 2003 da Revista Árvore, "os resíduos industriais são agentes estabilizantes de baixo custo, pois estão prontamente disponíveis nas áreas onde são produzidos".
Na pesquisa, foram estudados os parâmetros de compactação e resistência à compressão simples para o Grits, que foi tratado termicamente nas temperaturas de 200, 300, 400, 500 e 600ºC, e aplicado a um solo característico de Viçosa (MG). As amostras de solo natural foram comparadas às amostras de solo com Grits.
Os pesquisadores constataram que o solo, em sua forma natural, é característico de materiais suscetíveis ao emprego em subleitos (terrenos de fundação de um pavimento) de estradas, com um comportamento de fraco a pobre.
Já o Grits tem características melhores de estabilização, de compactação e de resistência à compressão, principalmente quanto tratado termicamente a 600ºC. "O valor obtido para o Grits a 600 oC suplantou até mesmo os valores obtidos pela cal e pelo cimento, estabilizantes tradicionais de solos", ressaltam no artigo.
Dessa forma, a equipe afirma que resíduos industriais podem ser de grande utilidade na pavimentação rodoviária e apresentar, inclusive, baixo custo.
"O resíduo sólido industrial Grits mostrou-se potencialmente utilizável como agente estabilizante do solo pesquisado para pavimentos de estradas florestais".
Fonte: Ambiente Brasil – 15/04/2004
Segundo dados de 1995 da Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes, existem, no Brasil, 1,5 milhão de quilômetros de estradas de terra (vicinais), e 148.750 km de estradas pavimentadas pelos poderes públicos federais, estaduais e municipais, o que corresponde a 9% do total da rede.
Uma das principais causas para a pequena quantidade de estradas é a falta de solos com características apropriadas para a sua construção. Esse problema faz com que a busca por materiais alternativos para a construção rodoviária aumente.
Por isso, pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa e da Universidade Federal de Ouro Preto resolveram analisar um desses materiais alternativos - o Grits, resíduo sólido industrial oriundo do processo de produção da celulose.
De acordo com artigo publicado na edição de julho/agosto de 2003 da Revista Árvore, "os resíduos industriais são agentes estabilizantes de baixo custo, pois estão prontamente disponíveis nas áreas onde são produzidos".
Na pesquisa, foram estudados os parâmetros de compactação e resistência à compressão simples para o Grits, que foi tratado termicamente nas temperaturas de 200, 300, 400, 500 e 600ºC, e aplicado a um solo característico de Viçosa (MG). As amostras de solo natural foram comparadas às amostras de solo com Grits.
Os pesquisadores constataram que o solo, em sua forma natural, é característico de materiais suscetíveis ao emprego em subleitos (terrenos de fundação de um pavimento) de estradas, com um comportamento de fraco a pobre.
Já o Grits tem características melhores de estabilização, de compactação e de resistência à compressão, principalmente quanto tratado termicamente a 600ºC. "O valor obtido para o Grits a 600 oC suplantou até mesmo os valores obtidos pela cal e pelo cimento, estabilizantes tradicionais de solos", ressaltam no artigo.
Dessa forma, a equipe afirma que resíduos industriais podem ser de grande utilidade na pavimentação rodoviária e apresentar, inclusive, baixo custo.
"O resíduo sólido industrial Grits mostrou-se potencialmente utilizável como agente estabilizante do solo pesquisado para pavimentos de estradas florestais".
Fonte: Ambiente Brasil – 15/04/2004
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