Voltar
Notícias
02
fev
2010
(BIOENERGIA)
Brasil deve substituir térmicas por eólicas
O Brasil deve substituir as termelétricas por energia eólica e fotovoltaica na complementação de sua matriz energética para mantê-la limpa. Essa foi a ideia defendida pelo ambientalista Rubens Born, coordenador-executivo da organização não governamental Vitae Civilis, na sexta-feira (29/1), no Fórum Social Mundial Temático da Bahia.
Após participar de debate sobre mudanças climáticas, Born disse à Agência Brasil que o Brasil utiliza apenas cerca de 2,5% de seu potencial eólico e que essa matriz precisa ser ampliada, mesmo que no início custe mais caro.
“Existe uma coisa chamada curva de aprendizado. No início custa mais, mas, à medida que vai sendo produzido em larga escala, aquilo se torna mais barato. Foi assim com os aparelhos celulares, com a televisão, com o computador. E o Brasil agora está baixando suas emissões espontaneamente, mas vai chegar a hora que ele vai ser obrigado a fazer isso e é melhor que o país esteja preparado”.
Segundo Born, a instalação de equipamentos que geram energias alternativas pode ser mais cara, mas o baixo consumo, depois, compensa o preço.
Ao lembrar que as termelétricas têm tido maior participação nos leilões de energia, o ambientalista classificou de hipócrita o argumento comumente usado para justificar o uso das térmicas, o de que faltam licenças ambientais para as usinas hidrelétricas. E critica os projetos das hidrelétricas.
“Os projetos para as usinas hidrelétricas são mal feitos, não levam em consideração a questão ambiental e, por isso, têm problemas com as licenças. E depois, você pode complementar com eólica ou fotovoltaica. Não precisa ser térmica”, defendeu.
Ele ainda elogiou a iniciativa do governo de baixar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os produtos com baixo consumo de energia. Segundo Born, ações de eficiência no consumo poderiam reduzir em 43% a demanda por energia. “É de ações como essas que nós precisamos. Não dá para ficar pensando apenas na oferta”.
Após participar de debate sobre mudanças climáticas, Born disse à Agência Brasil que o Brasil utiliza apenas cerca de 2,5% de seu potencial eólico e que essa matriz precisa ser ampliada, mesmo que no início custe mais caro.
“Existe uma coisa chamada curva de aprendizado. No início custa mais, mas, à medida que vai sendo produzido em larga escala, aquilo se torna mais barato. Foi assim com os aparelhos celulares, com a televisão, com o computador. E o Brasil agora está baixando suas emissões espontaneamente, mas vai chegar a hora que ele vai ser obrigado a fazer isso e é melhor que o país esteja preparado”.
Segundo Born, a instalação de equipamentos que geram energias alternativas pode ser mais cara, mas o baixo consumo, depois, compensa o preço.
Ao lembrar que as termelétricas têm tido maior participação nos leilões de energia, o ambientalista classificou de hipócrita o argumento comumente usado para justificar o uso das térmicas, o de que faltam licenças ambientais para as usinas hidrelétricas. E critica os projetos das hidrelétricas.
“Os projetos para as usinas hidrelétricas são mal feitos, não levam em consideração a questão ambiental e, por isso, têm problemas com as licenças. E depois, você pode complementar com eólica ou fotovoltaica. Não precisa ser térmica”, defendeu.
Ele ainda elogiou a iniciativa do governo de baixar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os produtos com baixo consumo de energia. Segundo Born, ações de eficiência no consumo poderiam reduzir em 43% a demanda por energia. “É de ações como essas que nós precisamos. Não dá para ficar pensando apenas na oferta”.
Fonte: Agência Brasil
Notícias em destaque
Safra de pinhão deve ser 30 por cento menor em 2026
Santa Catarina terá queda na produção, mas preço ao produtor deve subir
Segundo o divulgado pela Empresa de...
(GERAL)
Concurso de árvores gigantes vai escolher maior angico do Rio Grande do Sul
Espécie pode atingir até 30 metros de altura
O 18º Fórum Florestal, realizado durante a Expodireto, em...
(EVENTOS)
UFSM desenvolve metodologias para gestão de florestas plantadas
A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) firmou um acordo de cooperação com a Associação Gaúcha de...
(GERAL)
Desempenho contra incêndios e a crescente importância da madeira engenheirada na infraestrutura comercial
e embarque representam um subconjunto único da infraestrutura comercial: espaços de transição fechados, expostos a um...
(MADEIRA E PRODUTOS)
O que explica a queda no mercado florestal
O setor florestal brasileiro mantém trajetória de crescimento em área cultivada, ao mesmo tempo em que enfrenta ajustes no...
(MERCADO)
Erva-mate vai além da cuia e passa fronteiras
Empresa gaúcha idealizou refrigerante usando a mesma planta do chimarrão e tem despertado interesse até mesmo em...
(AGRO)













