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Notícias
26
jan
2010
(SETOR FLORESTAL)
Paraná terá recursos para florestas
Produtores rurais do Paraná terão recursos do Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar para plantar pequenas florestas em suas propriedades.
Destinado a áreas com até 10 hectares, o programa Ouro Verde, lançado na Escola do Governo, terá até R$ 800 milhões em oito anos, para investir no reflorestamento de áreas degradadas. O projeto será focado nas regiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado, especialmente áreas já degradadas pela indústria da madeira, onde moram 3 milhões de pessoas. O programa ajudará a reduzir a diferença entre consumo e produção de madeira no Estado, que atualmente é de 55 mil hectares.
Em convênio com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), o Governo também vai trabalhar no reflorestamento de Araucária. Serão realizados dois tipos de ações: a primeira é desenvolver métodos para aumentar o número de pinheiros; a outra é o desenvolvimento de uma máquina para descascar o pinhão.
Foram apresentados, também, estudos sobre a viabilidade de plantio do capim elefante para a produção do carvão. A dificuldade é que não há, ainda, fábricas que façam essa transformação. Já existem algumas empresas se organizando. O capim elefante é viável por crescer rápido e ter de 3 a 4 colheitas por ano. A cada 100 hectares do produto industrializado, serão economizados 75 hectares de florestas.
Destinado a áreas com até 10 hectares, o programa Ouro Verde, lançado na Escola do Governo, terá até R$ 800 milhões em oito anos, para investir no reflorestamento de áreas degradadas. O projeto será focado nas regiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado, especialmente áreas já degradadas pela indústria da madeira, onde moram 3 milhões de pessoas. O programa ajudará a reduzir a diferença entre consumo e produção de madeira no Estado, que atualmente é de 55 mil hectares.
Em convênio com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), o Governo também vai trabalhar no reflorestamento de Araucária. Serão realizados dois tipos de ações: a primeira é desenvolver métodos para aumentar o número de pinheiros; a outra é o desenvolvimento de uma máquina para descascar o pinhão.
Foram apresentados, também, estudos sobre a viabilidade de plantio do capim elefante para a produção do carvão. A dificuldade é que não há, ainda, fábricas que façam essa transformação. Já existem algumas empresas se organizando. O capim elefante é viável por crescer rápido e ter de 3 a 4 colheitas por ano. A cada 100 hectares do produto industrializado, serão economizados 75 hectares de florestas.
Fonte: Boletim do Paraná/Celulose Online
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