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Notícias
15
jan
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Operação apreende 800 metros cúbicos de madeira ilegal em Belém
Volume equivale a mais de 30 caminhões carregados. Angelim, cupiúba estão entre as variedades encontradas pelos fiscais.
Cerca de 800 m³ de madeira serrada foram apreendidos na área portuária de Belém nesta segunda-feira, informa o Ibama. O volume equivale a mais de 30 caminhões lotados. Espécies amazônicas, como quaruba, angelim, cupiúba e mandioqueira estão entre as variedades encontradas pela fiscalização.
De acordo com o órgão ambiental federal, os estabelecimentos autuados armazenavam e vendiam madeira irregularmente há anos. Eles já haviam sido notificados a se regularizarem desde 2005, mas não tomaram providência para se adequar à legislação ambiental. A apreensão aconteceu nesta segunda-feira (11).
Ainda de acordo com o Ibama, os empreendimentos fiscalizados são os principais fornecedores de madeira para a construção civil em Belém.
Por ser ilegal, o preço final da madeira apreendida é bem mais baixo do que o do produto extraído regularmente. A ação no porto da capital paraense continua e deve, além coibir o comércio ilegal de madeira, reprimir também outros crimes ambientais, como o tráfico de animais e a pesca clandestina.
Cerca de 800 m³ de madeira serrada foram apreendidos na área portuária de Belém nesta segunda-feira, informa o Ibama. O volume equivale a mais de 30 caminhões lotados. Espécies amazônicas, como quaruba, angelim, cupiúba e mandioqueira estão entre as variedades encontradas pela fiscalização.
De acordo com o órgão ambiental federal, os estabelecimentos autuados armazenavam e vendiam madeira irregularmente há anos. Eles já haviam sido notificados a se regularizarem desde 2005, mas não tomaram providência para se adequar à legislação ambiental. A apreensão aconteceu nesta segunda-feira (11).
Ainda de acordo com o Ibama, os empreendimentos fiscalizados são os principais fornecedores de madeira para a construção civil em Belém.
Por ser ilegal, o preço final da madeira apreendida é bem mais baixo do que o do produto extraído regularmente. A ação no porto da capital paraense continua e deve, além coibir o comércio ilegal de madeira, reprimir também outros crimes ambientais, como o tráfico de animais e a pesca clandestina.
Fonte: Globo Amazônia
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