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Notícias
13
jan
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeira assegura desempenho de exportação
O desempenho das importações via Porto Seco (Estação Aduaneira do Interior), no Distrito Industrial de Cuiabá, mostra a boa tolerância das empresas mato-grossenses ante a crise internacional que contaminou parte dos investimentos em 2009.
De acordo com dados da aduana, divulgados ontem, as importações anuais avançaram 23,34% em relação a 2008, passando de US$ 159,99 milhões para US$ 197,34 milhões. O saldo positivo foi garantindo com o resultado do primeiro semestre de 2009, que renderam um volume de US$ 128,52 milhões em importações, contra US$ 65,83 milhões em igual período do ano anterior (incremento de 95,23%).
No ano passado, um carregamento de 300 toneladas de algodão em caroço marcou a retomada das exportações no Porto Seco de Cuiabá, que estavam paralisadas há quase um ano devido à desvalorização do dólar.
O primeiro produto a ser exportado este ano será a madeira de reflorestamento da empresa Floresteca. A previsão é exportar de 35 a 40 contêineres por mês, num total de aproximadamente mil metros cúbicos do produto (cerca de US$ 1,5 milhão). O início das operações está previsto para este mês.
Outras operações de exportação, via Porto Seco, vão se concentrar na venda de feijão, madeira, caroço de algodão e soja transgênica oriundos de várias regiões do Estado. Os contratos com as empresas exportadoras estão assinados.
O Porto Seco apresenta inúmeras vantagens em relação a outras modalidades que operam o comércio exterior. Os ganhos das operações começam na parte de documentação e vão até o tempo e prazo menores para a chegada das mercadorias nos destinos. Além disso, todo o trâmite aduaneiro e o desembaraço da documentação tanto para importação quanto para exportação são feitos no próprio Estado, facilitando o procedimento para as empresas que querem vender ou comprar.
De acordo com dados da aduana, divulgados ontem, as importações anuais avançaram 23,34% em relação a 2008, passando de US$ 159,99 milhões para US$ 197,34 milhões. O saldo positivo foi garantindo com o resultado do primeiro semestre de 2009, que renderam um volume de US$ 128,52 milhões em importações, contra US$ 65,83 milhões em igual período do ano anterior (incremento de 95,23%).
No ano passado, um carregamento de 300 toneladas de algodão em caroço marcou a retomada das exportações no Porto Seco de Cuiabá, que estavam paralisadas há quase um ano devido à desvalorização do dólar.
O primeiro produto a ser exportado este ano será a madeira de reflorestamento da empresa Floresteca. A previsão é exportar de 35 a 40 contêineres por mês, num total de aproximadamente mil metros cúbicos do produto (cerca de US$ 1,5 milhão). O início das operações está previsto para este mês.
Outras operações de exportação, via Porto Seco, vão se concentrar na venda de feijão, madeira, caroço de algodão e soja transgênica oriundos de várias regiões do Estado. Os contratos com as empresas exportadoras estão assinados.
O Porto Seco apresenta inúmeras vantagens em relação a outras modalidades que operam o comércio exterior. Os ganhos das operações começam na parte de documentação e vão até o tempo e prazo menores para a chegada das mercadorias nos destinos. Além disso, todo o trâmite aduaneiro e o desembaraço da documentação tanto para importação quanto para exportação são feitos no próprio Estado, facilitando o procedimento para as empresas que querem vender ou comprar.
Fonte: Diário de Cuiabá/Celulose Online
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