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Notícias
13
jan
2010
(MEIO AMBIENTE)
Banco do Meio Ambiente disponibiliza áreas para recuperação florestal
Preservar o meio ambiente é uma questão de sobrevivência para a humanidade. Várias ações estão sendo desencadeadas pelo Ministério do Meio Ambiente e Secretaria Estadual e Municipal do Meio Ambiente para recuperar áreas degradadas. A meta da secretaria estadual é recuperar 1,7 milhões de hectares de matas ciliares em 25 anos, aumentando em 50% a cobertura vegetal no Estado de São Paulo.
A recuperação é sinônimo de menos assoreamento, água pura e biodiversidade da fauna e flora. Para facilitar o acesso, o órgão criou em 2007 o Banco de Áreas para Recuperação Florestal que já está ajudando cidades da região e contribuindo com o planeta.
Paulistânia (48 quilômetros de Bauru) é um dos municípios que foi beneficiado pelo banco de áreas. Disponibilizou 33 hectares para recuperação e está recuperando 2,3 hectares com a ajuda de uma empresa que vai fazer a compensação ambiental.
Bocaina (69 quilômetros de Bauru) recuperou duas áreas com mudas doadas pela AES Tietê e produzidas no viveiro municipal. Como o reflorestamento foi feito recentemente, elas continuam no site da Secretaria Estadual do Meio Ambiente como área disponível para recuperação florestal. Foram reflorestados dois locais próximos dos córregos urbanos, Himalaia e Bocaina
Uma Organização Não Governamental (ONG) de Barra Bonita cadastrou duas áreas que totalizam algo próximo de dois hectares para recuperação florestal e aguarda contato. Eles pretendem recuperar não só a flora como a fauna com o plantio de espécies atrativas para aves. Os locais estão isolados e passam por um processo de regeneração natural.
A resolução da Secretaria do Meio Ambiente é clara quanto aos objetivos que movem o Banco de Áreas para Recuperação Florestal; identificar, cadastrar e divulgar informações sobre áreas disponíveis para a implantação de projetos de reflorestamento executados para a compensação voluntária de emissões de gases de efeito estufa, cumprimento de compromissos ambientais ou no âmbito de ações de responsabilidade social.
O banco é destinado a áreas privadas que necessitem de recuperação. Ao proprietário da terra cabe evitar incêndios que comprometam a implantação da floresta e a invasão de animais herbívoros. A empresa especializada se responsabiliza pelo plantio, trato e manutenção por três anos, prazo que a floresta deverá estar formada.
Para participar do projeto é necessário o cadastramento da área que pode ser feito pelo proprietário. A partir de então, ela ficará disponível no sítio eletrônico (www. ambiente.sp.gov.br), local onde os interessados em fazer a recuperação poderão consultar e ‘adotar’ aquela que mais encaixe nos seus planos.
A recuperação é sinônimo de menos assoreamento, água pura e biodiversidade da fauna e flora. Para facilitar o acesso, o órgão criou em 2007 o Banco de Áreas para Recuperação Florestal que já está ajudando cidades da região e contribuindo com o planeta.
Paulistânia (48 quilômetros de Bauru) é um dos municípios que foi beneficiado pelo banco de áreas. Disponibilizou 33 hectares para recuperação e está recuperando 2,3 hectares com a ajuda de uma empresa que vai fazer a compensação ambiental.
Bocaina (69 quilômetros de Bauru) recuperou duas áreas com mudas doadas pela AES Tietê e produzidas no viveiro municipal. Como o reflorestamento foi feito recentemente, elas continuam no site da Secretaria Estadual do Meio Ambiente como área disponível para recuperação florestal. Foram reflorestados dois locais próximos dos córregos urbanos, Himalaia e Bocaina
Uma Organização Não Governamental (ONG) de Barra Bonita cadastrou duas áreas que totalizam algo próximo de dois hectares para recuperação florestal e aguarda contato. Eles pretendem recuperar não só a flora como a fauna com o plantio de espécies atrativas para aves. Os locais estão isolados e passam por um processo de regeneração natural.
A resolução da Secretaria do Meio Ambiente é clara quanto aos objetivos que movem o Banco de Áreas para Recuperação Florestal; identificar, cadastrar e divulgar informações sobre áreas disponíveis para a implantação de projetos de reflorestamento executados para a compensação voluntária de emissões de gases de efeito estufa, cumprimento de compromissos ambientais ou no âmbito de ações de responsabilidade social.
O banco é destinado a áreas privadas que necessitem de recuperação. Ao proprietário da terra cabe evitar incêndios que comprometam a implantação da floresta e a invasão de animais herbívoros. A empresa especializada se responsabiliza pelo plantio, trato e manutenção por três anos, prazo que a floresta deverá estar formada.
Para participar do projeto é necessário o cadastramento da área que pode ser feito pelo proprietário. A partir de então, ela ficará disponível no sítio eletrônico (www. ambiente.sp.gov.br), local onde os interessados em fazer a recuperação poderão consultar e ‘adotar’ aquela que mais encaixe nos seus planos.
Fonte: JCNet
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