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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Pequenos produtores entram no mercado de madeira manejada
Pequenos produtores ligados a projetos de manejo florestal comunitário já estão conseguindo comercializar a madeira produzida em assentamentos instalados no Acre. O primeiro lote de 50m³ de madeira manejada e certificada ao preço de R$ 800 por metro cúbico segue ainda este mês para São Paulo.
A compra foi efetuada por integrantes do Grupo de Compradores de Produtos Certificados, que reúne 40 associados em todo o Brasil, entre artesãos e pequenas indústrias moveleiras. Eles consomem madeira em pequena escala e têm dificuldade para encontrar fornecedor. "Meu trabalho exige, em média, 15m³ de diferentes tipos de madeira por mês. Até agora era impossível encontrar alguma empresa que me atendesse", afirma Juliana Lussá, da Lussá Marcenaria.
O contrato de comercialização e a expectativa de novos mercados animaram os produtores que, pela primeira vez, estão tendo a chance real de ver o esforço reconhecido com a venda de madeira manejada. "Isto é uma vitória para nós. No começo, quando a gente era pioneiro nesta história, chegamos a tirar madeira e não receber um centavo por ela. Agora é diferente", comemora o produtor Alfredo de Souza.
Os produtores em questão são ligados a Apruma, do Projeto de Assentamento Pedro Peixoto e do Porto Dias, em Acrelândia. A título de comparação, em Rio Branco, os produtores não conseguem mais que R$ 200 por m³, apesar de se tratar de madeira manejada e certificada.
Fonte: Agência Brasil - 12/04/2004
A compra foi efetuada por integrantes do Grupo de Compradores de Produtos Certificados, que reúne 40 associados em todo o Brasil, entre artesãos e pequenas indústrias moveleiras. Eles consomem madeira em pequena escala e têm dificuldade para encontrar fornecedor. "Meu trabalho exige, em média, 15m³ de diferentes tipos de madeira por mês. Até agora era impossível encontrar alguma empresa que me atendesse", afirma Juliana Lussá, da Lussá Marcenaria.
O contrato de comercialização e a expectativa de novos mercados animaram os produtores que, pela primeira vez, estão tendo a chance real de ver o esforço reconhecido com a venda de madeira manejada. "Isto é uma vitória para nós. No começo, quando a gente era pioneiro nesta história, chegamos a tirar madeira e não receber um centavo por ela. Agora é diferente", comemora o produtor Alfredo de Souza.
Os produtores em questão são ligados a Apruma, do Projeto de Assentamento Pedro Peixoto e do Porto Dias, em Acrelândia. A título de comparação, em Rio Branco, os produtores não conseguem mais que R$ 200 por m³, apesar de se tratar de madeira manejada e certificada.
Fonte: Agência Brasil - 12/04/2004
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