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Notícias
05
jan
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Mais de 300 caminhões de madeira apreendidos e 160 presos em MT
Para transformar Mato Grosso – e ajudar a mudar a imagem do Brasil no resto do mundo – a Polícia Federal realizou a mais longa operação de combate a crimes de desmatamento ilegal, transporte e processamento de madeira obtida de forma ilícita na região Norte de Mato Grosso. O resultado revela: 9.757,18 metros cúbicos de madeira foram apreendidos até o mês de novembro de 2009. Ou seja, quantidade suficiente para carregar mais de 300 caminhões. Ao todo, 160 pessoas foram presas em ato de crimes ambientais.
Os trabalhos da operação são coordenados pela Diretoria Executiva do Departamento da Polícia Federal em Mato Grosso, sendo também desenvolvidos nos estados do Pará; Rondônia e Maranhão. Em Mato Grosso existem duas bases operacionais do “Arco de Fogo”: uma na cidade de Juína e outra em Sinop. Estão trabalhando 30 policiais federais e 30 policiais da Força Nacional de Segurança Pública.
Além da madeira, foram apreendidos 100 m³ de carvão vegetal e destruídos 221 fornos. Ao todo, de acordo com o balanço da PF, foram lavrados 76 Termos Circunstanciados de Ocorrência e instaurados 22 inquéritos policiais. No total, foram apreendidos ainda 79 veículos, 17 tratadores, quatro pá carregadeiras e 54 caminhões, além de quatro motocicletas. A Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança ainda apreenderam mais 23 armas de fogo em situação ilegal.
O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis da Amazônia (Ibama) deverá divulgar nos próximos dias o valor total de multas aplicadas contra as empresas flagradas na “Operação Arco de Fogo II”, que teve início do dia 1º de janeiro a abril de 2009, o combate à extração e venda clandestina de madeira na Amazônia Legal havia resultado em R$ 31,3 milhões em multas. Segundo o instituto, a maioria das multas foi aplicada em madeireiras por depósito ou venda de matéria-prima sem licença.
Outra operação realizada pela Polícia Federal na área ambiental ocorreu em fevereiro de 2009. A Operação Uauiara atuou para desmantelar uma quadrilha que negociava peixes durante o período da piracema, os quais foram pescados clandestinamente no interior da Reserva Indígena Umutima, pelos próprios silvícolas. O grupo de comerciantes realizava a pratica criminosa há cerca de 7 anos, sempre no período do defeso. Na operação foram cumpridos 13) mandados de busca e apreensão e 13 mandado de prisão preventiva.
Os trabalhos da operação são coordenados pela Diretoria Executiva do Departamento da Polícia Federal em Mato Grosso, sendo também desenvolvidos nos estados do Pará; Rondônia e Maranhão. Em Mato Grosso existem duas bases operacionais do “Arco de Fogo”: uma na cidade de Juína e outra em Sinop. Estão trabalhando 30 policiais federais e 30 policiais da Força Nacional de Segurança Pública.
Além da madeira, foram apreendidos 100 m³ de carvão vegetal e destruídos 221 fornos. Ao todo, de acordo com o balanço da PF, foram lavrados 76 Termos Circunstanciados de Ocorrência e instaurados 22 inquéritos policiais. No total, foram apreendidos ainda 79 veículos, 17 tratadores, quatro pá carregadeiras e 54 caminhões, além de quatro motocicletas. A Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança ainda apreenderam mais 23 armas de fogo em situação ilegal.
O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis da Amazônia (Ibama) deverá divulgar nos próximos dias o valor total de multas aplicadas contra as empresas flagradas na “Operação Arco de Fogo II”, que teve início do dia 1º de janeiro a abril de 2009, o combate à extração e venda clandestina de madeira na Amazônia Legal havia resultado em R$ 31,3 milhões em multas. Segundo o instituto, a maioria das multas foi aplicada em madeireiras por depósito ou venda de matéria-prima sem licença.
Outra operação realizada pela Polícia Federal na área ambiental ocorreu em fevereiro de 2009. A Operação Uauiara atuou para desmantelar uma quadrilha que negociava peixes durante o período da piracema, os quais foram pescados clandestinamente no interior da Reserva Indígena Umutima, pelos próprios silvícolas. O grupo de comerciantes realizava a pratica criminosa há cerca de 7 anos, sempre no período do defeso. Na operação foram cumpridos 13) mandados de busca e apreensão e 13 mandado de prisão preventiva.
Fonte: 24 Horas News
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