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Notícias
03
jan
2010
(COMÉRCIO EXTERIOR)
China foi a saída para exportações brasileiras durante a crise, diz presidente da Apex-Brasil
As exportadoras brasileiras mudaram sua estratégia ao longo de 2009 para evitar maiores perdas e enfrentar melhor os efeitos da crise internacional.
Para isso, direcionaram suas vendas para a China. Segundo o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, vários setores apoiados pela agência vinham apostando fortemente no mercado japonês, mas perceberam que haveria um forte desaquecimento da economia do Japão e mudaram o rumo de sua estratégia.
"No ano passado, avaliamos que haveria uma queda expressiva no PIB [Produto Interno Bruto] do Japão e orientamos as empresas a focar em outros mercados, como a China", disse Alessandro. O PIB japonês deve recuar 6% em 2009.
A Apex-Brasil apoia 74 setores da economia que envolvem 9.400 empresas. Segundo ele, a estratégia de enfrentamento da crise foi aumentar a visibilidade do produto brasileiro. Para isso, a Apex realizou, por exemplo, um estudo de todo o segmento de moda na Ásia, de joias a roupas, e identificou 40 cidades chinesas que poderiam ser atraentes para os produtos brasileiros.
Para Teixeira, os chineses não ameaçam as vendas externas do Brasil. "A China vai ser um parceiro mais estrutural do comércio brasileiro e não apenas um esforço no momento da crise. O mercado chinês é uma oportunidade, e não uma ameaça para as exportações brasileiras."
Ele informou que as exportações de projetos apoiados pela Apex-Brasil caíram, neste ano, 7,7%, bem menos do que a redução de 23,4% das exportações brasileiras como um todo, tendo como base de comparação produtos manufaturados e semimanufaturados (industrializados).
Segundo ele, as exportações totais do Brasil devem fechar 2009 em US$ 155 bilhões e devem voltar a crescer no ano que vem por conta da retomada do consumo mundial. As vendas externas atingiram um pico histórico de US$ 197 bilhões no ano passado. "As exportações podem alcançar US$ 170 bilhões no ano que vem", disse.
Neste ano, a Apex-Brasil participou de 842 eventos para promover as exportações e atrair investimentos para o Brasil. A agência, conforme Teixeira, está com um trabalho regionalizado para ajudar os estados na atração de investimentos estrangeiros. Com apoio do Banco Mundial, já há projetos piloto em Pernambuco, na Bahia, no Pará e em Minas Gerais. Ao todo, a Apex vem monitorando 357 projetos de investimentos no Brasil.
Para isso, direcionaram suas vendas para a China. Segundo o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, vários setores apoiados pela agência vinham apostando fortemente no mercado japonês, mas perceberam que haveria um forte desaquecimento da economia do Japão e mudaram o rumo de sua estratégia.
"No ano passado, avaliamos que haveria uma queda expressiva no PIB [Produto Interno Bruto] do Japão e orientamos as empresas a focar em outros mercados, como a China", disse Alessandro. O PIB japonês deve recuar 6% em 2009.
A Apex-Brasil apoia 74 setores da economia que envolvem 9.400 empresas. Segundo ele, a estratégia de enfrentamento da crise foi aumentar a visibilidade do produto brasileiro. Para isso, a Apex realizou, por exemplo, um estudo de todo o segmento de moda na Ásia, de joias a roupas, e identificou 40 cidades chinesas que poderiam ser atraentes para os produtos brasileiros.
Para Teixeira, os chineses não ameaçam as vendas externas do Brasil. "A China vai ser um parceiro mais estrutural do comércio brasileiro e não apenas um esforço no momento da crise. O mercado chinês é uma oportunidade, e não uma ameaça para as exportações brasileiras."
Ele informou que as exportações de projetos apoiados pela Apex-Brasil caíram, neste ano, 7,7%, bem menos do que a redução de 23,4% das exportações brasileiras como um todo, tendo como base de comparação produtos manufaturados e semimanufaturados (industrializados).
Segundo ele, as exportações totais do Brasil devem fechar 2009 em US$ 155 bilhões e devem voltar a crescer no ano que vem por conta da retomada do consumo mundial. As vendas externas atingiram um pico histórico de US$ 197 bilhões no ano passado. "As exportações podem alcançar US$ 170 bilhões no ano que vem", disse.
Neste ano, a Apex-Brasil participou de 842 eventos para promover as exportações e atrair investimentos para o Brasil. A agência, conforme Teixeira, está com um trabalho regionalizado para ajudar os estados na atração de investimentos estrangeiros. Com apoio do Banco Mundial, já há projetos piloto em Pernambuco, na Bahia, no Pará e em Minas Gerais. Ao todo, a Apex vem monitorando 357 projetos de investimentos no Brasil.
Fonte: Agência Brasil
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