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Notícias
24
dez
2009
(PAPEL E CELULOSE)
Bahia Pulp supera crise e já opera a 100%
Após ter seu plano de expansão atropelado pela crise financeira, a Bahia Pulp, única produtora de celulose solúvel com alto teor de pureza da América Latina, pretende colher no próximo ano os frutos dos investimentos que praticamente quadruplicaram, desde meados de 2008, o tamanho da fábrica instalada no Complexo Industrial de Camaçari (BA).
Para 2010, a meta da companhia é operar 12 meses com 100% da capacidade instalada, de 500 mil toneladas anuais de celulose solúvel e celulose química, utilizadas na indústria têxtil, de alimentos, de cosméticos e farmacêutica, entre outras. Em julho de 2008, quando a gravidade da crise ainda não se anunciava, a Bahia Pulp iniciou a operação de uma nova linha de produção, com capacidade para 385 mil toneladas por ano de celulose solúvel. A iniciativa consolidou o projeto do grupo chinês Sateri International, com sede em Xangai, no Brasil.
Ao todo, incluindo aquisição e expansão, o grupo z investiu US$ 1,1 bilhão. Entretanto, dois meses depois da partida da nova máquina, houve a quebra do banco Lehman Brothers, a crise financeira se agravou e as principais economias do mundo seguiram rumo à recessão. Nesse cenário, a Bahia Pulp foi obrigada a adiar os planos de operar à plena capacidade e desligou em novembro a antiga linha, que pode produzir até 115 mil toneladas por ano. Em maio deste ano, com o retorno das encomendas e a normalização dos estoques, a decisão foi por reativar a linha que estava paralisada, o que trará impulso à receita ainda em 2009.
Para 2010, a meta da companhia é operar 12 meses com 100% da capacidade instalada, de 500 mil toneladas anuais de celulose solúvel e celulose química, utilizadas na indústria têxtil, de alimentos, de cosméticos e farmacêutica, entre outras. Em julho de 2008, quando a gravidade da crise ainda não se anunciava, a Bahia Pulp iniciou a operação de uma nova linha de produção, com capacidade para 385 mil toneladas por ano de celulose solúvel. A iniciativa consolidou o projeto do grupo chinês Sateri International, com sede em Xangai, no Brasil.
Ao todo, incluindo aquisição e expansão, o grupo z investiu US$ 1,1 bilhão. Entretanto, dois meses depois da partida da nova máquina, houve a quebra do banco Lehman Brothers, a crise financeira se agravou e as principais economias do mundo seguiram rumo à recessão. Nesse cenário, a Bahia Pulp foi obrigada a adiar os planos de operar à plena capacidade e desligou em novembro a antiga linha, que pode produzir até 115 mil toneladas por ano. Em maio deste ano, com o retorno das encomendas e a normalização dos estoques, a decisão foi por reativar a linha que estava paralisada, o que trará impulso à receita ainda em 2009.
Fonte: Valor Online
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