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Notícias
18
dez
2009
(INDÚSTRIA)
Sobram vagas na indústria moveleira nesta época do ano
Técnicos ligam para casa de possíveis candidatos. Para quem não entende nada de móveis, as fábricas oferecem treinamento, de graça, na marcenaria do Senai.
Quando chega dezembro, a indústria moveleira comemora. É o mês que tem mais pedidos e com a redução do IPI para o setor, a procura por móveis aumentou ainda mais: 15%. Até aí tudo bem, mas apareceu um problema inesperado: mão de obra.
Na zona da mata mineira, as 350 empresas do polo moveleiro estão desesperadas atrás de gente para trabalhar. São pelo menos duas mil vagas oferecidas. As máquinas estão esperando para serem ligadas.
“Não estamos falando de gente qualificada, de profissionais que queiram trabalhar”, fala Luiz Henrique Pires, empresário
Técnicos ligam para casa de possíveis candidatos. Para quem não entende nada de móveis, as fábricas oferecem treinamento, de graça, na marcenaria do Senai.
Em uma empresa os pedidos, não param de chegar. Por conta da demanda a direção queria implantar um segundo turno de trabalho. Sem gente para ocupar as vagas, o projeto não foi concretizado.
Os profissionais experientes ganham com o setor aquecido. A concorrência aumentou e trouxe mais oportunidades.
Tiago Botelho, pintor, trabalha na linha de produção com pintura de móveis. Trocou de empresa pra ganhar quase o dobro. “Nunca vou fazer uma troca tão grande igual a que eu fiz”, fala.
Até quem normalmente é discriminado pelo mercado de trabalho ganhou uma chance. Ronildo é um dos 50 presos albergados de Ubá que conseguiram emprego e com carteira assinada. “Isso é muito orgulho para mim e saber que tem pessoas que se preocupam com a nossa situação e quer nos ver no meio da sociedade”, diz.
Quando chega dezembro, a indústria moveleira comemora. É o mês que tem mais pedidos e com a redução do IPI para o setor, a procura por móveis aumentou ainda mais: 15%. Até aí tudo bem, mas apareceu um problema inesperado: mão de obra.
Na zona da mata mineira, as 350 empresas do polo moveleiro estão desesperadas atrás de gente para trabalhar. São pelo menos duas mil vagas oferecidas. As máquinas estão esperando para serem ligadas.
“Não estamos falando de gente qualificada, de profissionais que queiram trabalhar”, fala Luiz Henrique Pires, empresário
Técnicos ligam para casa de possíveis candidatos. Para quem não entende nada de móveis, as fábricas oferecem treinamento, de graça, na marcenaria do Senai.
Em uma empresa os pedidos, não param de chegar. Por conta da demanda a direção queria implantar um segundo turno de trabalho. Sem gente para ocupar as vagas, o projeto não foi concretizado.
Os profissionais experientes ganham com o setor aquecido. A concorrência aumentou e trouxe mais oportunidades.
Tiago Botelho, pintor, trabalha na linha de produção com pintura de móveis. Trocou de empresa pra ganhar quase o dobro. “Nunca vou fazer uma troca tão grande igual a que eu fiz”, fala.
Até quem normalmente é discriminado pelo mercado de trabalho ganhou uma chance. Ronildo é um dos 50 presos albergados de Ubá que conseguiram emprego e com carteira assinada. “Isso é muito orgulho para mim e saber que tem pessoas que se preocupam com a nossa situação e quer nos ver no meio da sociedade”, diz.
Fonte: Portal Moveleiro
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