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Notícias
16
dez
2009
(SETOR FLORESTAL)
Suzano vende ativos florestais por R$ 311 milhões
A Suzano Papel e Celulose firmou contrato com a Mata Mineira Investimentos Florestais e com a Fazenda Turmalina Holdings para a venda de aproximadamente 50 mil hectares de terras em Minas Gerais sendo cerca de 13 mil hectares com plantios de eucaliptos.
O valor da venda destes ativos é de R$ 311 milhões que, segundo Fato Relevante, poderá ter alterações após auditoria. A previsão é que o pagamento do negócio seja efetuado ao longo do primeiro semestre de 2010.
De acordo com Andre Dorf, diretor de Relações com Investidores, a venda destes ativos vão contribuir com a geração de caixa para os investimentos relativos ao novo ciclo de crescimento da Suzano, no Maranhão e Piauí.
O escritório Fleury Malheiros, Gasparini, de Cresci e Nogueira de Lima Advogados, já conceituado na área florestal, representou o maior investidor na negociação que está sendo considerada uma das maiores já realizadas e um marco para o setor.
"Pela primeira vez, a indústria de papel e celulose celebrou negócio com "TIMOs" (Timberland Investment Management Organization)", ressaltou o advogado Aldo de Cresci.
Os compradores (RMK Timberland e Four Winds) também utilizaram os serviços da TTG Brasil Investimentos Florestais, subsidiária brasileira da Equator, sediada em Nova York.
A empresa também deve conduzir a gestão da área florestal. O valor da venda destes ativos é de R$ 311 milhões que, segundo Fato Relevante, poderá ter alterações após auditoria. A previsão é que o pagamento do negócio seja efetuado ao longo do primeiro semestre de 2010.
De acordo com Andre Dorf, diretor de Relações com Investidores, a venda destes ativos vão contribuir com a geração de caixa para os investimentos relativos ao novo ciclo de crescimento da Suzano, no Maranhão e Piauí.
O escritório Fleury Malheiros, Gasparini, de Cresci e Nogueira de Lima Advogados, já conceituado na área florestal, representou o maior investidor na negociação que está sendo considerada uma das maiores já realizadas e um marco para o setor.
"Pela primeira vez, a indústria de papel e celulose celebrou negócio com "TIMOs" (Timberland Investment Management Organization)", ressaltou o advogado Aldo de Cresci.
Os compradores (RMK Timberland e Four Winds) também utilizaram os serviços da TTG Brasil Investimentos Florestais, subsidiária brasileira da Equator, sediada em Nova York.
Fonte: Painel Florestal
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